sexta-feira, 9 de março de 2012

Não seja o gargalo

Hoje ouvindo um programa de rádio, escutei um comentário sobre gargalo e gostaria de compartilhar com todos.Era a história de um diretor, que envia cartas sobre os colaboradores, se não me engano eram os colaboradores destaque do mês, ou que tinham realizado algo no mês e o diretor de próprio punho, escrevia em torno de 100 cartas por mês.
Parava suas atividades e realiza as cartas e entregava a sua secretária.
E daí veio o questionamento, sobre por quê ele parava suas importantes atividades para realizar algo tão simples.
E o diretor respondeu, para que o jornal da empresa seja publicado, existem vários processos, de edição, impressão, receber estas cartas, etc e eu faço parte deste processo e não quero ser o gargalo.
Achei muito interessante esta história, pois muitas vezes somos os gargalos do processo e temos que estar bem atentos para que isto não se torne uma rotina.
Não seja o gargalo, pense que você faz parte de um processo.

quinta-feira, 8 de março de 2012

08 de março, a conquista da mulher

Não poderia deixar de utilizar deste espaço para homenagear as mulheres neste dia tão especial.
E esta conquista não foi realizada de forma fácil e sim trágica, com violência, mortes, onde em 8 de março de 1857, as mulheres operárias de uma fábrica de tecidos de Nova Iorque, reinvidicavam por melhores condições de trabalho.
Depois de 53 anos, no ano de 1910, 8 de março passaria a ser o "Dia Internacional da Mulher", em homenagem as mulheres que morreram na fábrica em 1857.
E somente após 65 anos, em 1975, através de um decreto, a data foi oficializada pela ONU (Organização das Nações Unidas).
Não é apenas uma data comemorativa e sim uma data para valorizarmos a mulher e acabar com o preconceito existente até os dias atuais.
Mas estas conquistas também geram outras questões, pois é muito difícil para a mulher ter uma carreira bem sucedida e ter filhos.
Em nenhuma outra época da história a mulher teve de se questionar sobre as suas escolhas como hoje, esta dúvida entre investir seu tempo e seus esforços em uma carreira profissional ou dedicar-se à construção de uma família angustia muitas mulheres, pois a vontade natural de ter filhos pode se tornar um problema.
A economista Sylvia Ann Hewlett aconselha às mulheres: "Não digo que joguem fora a sua carreira, mas para as mulheres em torno dos 30 anos, idade em que fundar uma família e ter filhos é relativamente fácil, esta deve ser a prioridade, e não o trabalho".
O que posso dizer a todas vocês leitoras é que também tive que fazer as minhas escolhas e posso dizer que nem sempre são fáceis e também não sei se foram certas ou não.
A mulher é guerreira, se desdobra muitas vezes em jornadas duplas, triplas, quadruplas, só falta o reconhecimento por todo este esforço.
Recebi o poema abaixo, mas não sei a autoria para dar os créditos.
Mas fica aqui a minha homenagem a todas as mulheres.
Um forte abraço
Barbara

Mulher...
Que traz beleza e luz aos dias mais difíceis
Que divide sua alma em duas
Para carregar tamanha sensibilidade e força
Que ganha o mundo com sua coragem
Que traz paixão no olhar
Mulher,
Que luta pelos seus ideais,
Que dá a vida pela sua família

Mulher

Que ama incondicionalmente
Que se arruma, se perfuma
Que vence o cansaço

Mulher,

Que chora e que ri
Mulher que sonha...
Tantas Mulheres, belezas únicas, vivas,
Cheias de mistérios e encanto!
Mulheres que deveriam ser lembradas,
amadas, admiradas todos os dias...

Para você, Mulher tão especial...
Feliz Dia Internacional da Mulher!

quarta-feira, 7 de março de 2012

7 lições de Harry Potter sobre liderança

No livro 1 (A pedra filosofal), o simpático bruxinho nos ensina que para liderar é preciso, em primeiro lugar, acreditar que as coisas podem ser melhores do que jamais foram. Esse insight nos permite compreender porque é fundamental que os líderes tenham consciência dos ônus e bônus inerentes à sua função, o quanto é importante saber fazer as escolhas certas, o valor inestimável dos aliados e o risco de subestimar os inimigos.

No segundo livro da saga (A câmara secreta), Harry nos inspira para refletir sobre como lidar com trade-offs e nos remete a reflexão sobre o estilo de liderança que devemos adotar. Durante seus frequentes atritos com Draco Malfoy verificamos que Harry deixa transparecer algo que muitos líderes lutam para esconder: que são seres sensíveis ao bem mas também o são ao mal.

Com base no livro 3 (O prisioneiro de Askaban), é possível estabelecer uma analogia entre os "dementadores" e a importância do modelo mental no exercício da liderança. Também é possível verificar como é importante saber onde estamos pisando (nosso "mapa do maroto"). Outro aspecto interessante é a reflexão sobre como utilizar experiências anteriores para tomar decisões mais seguras e discutir por que, às vezes, nossos inimigos são os melhores aliados.
Imagem: divulgação


O quarto livro (O cálice de fogo)
nos inspira a utilizar nossas memórias na hora de decidir e nos ajuda a refletir sobre a importância de não nos preocuparmos apenas em vencer a qualquer custo.
Um novo momento de reflexão pode ser vivido com a leitura do livro 5 (A ordem da Phenix), que nos alerta sobre a importância de manter nossa mente livre de interferências, ensina a nos prepararmos para perder até mesmo pessoas que amamos e nos leva a refletir sobre a importância de não temermos as injustiças.

Podemos utilizar o livro 6 (O príncipe mestiço) para, junto com Harry, refletir sobre a importância de aprender com quem já fez antes, conhecer a história daqueles que nos cercam e ter cautela com as pessoas más.

Finalmente chega a grande apoteose do livro 7 (As relíquias da morte) para lembrar que mesmo os amigos mais leais podem ter ciúmes do nosso sucesso.

Acreditamos que é possível utilizar a obra de J.K. Rowling para pensar sobre como: 1 – Aproveitar as metáforas contidas nos 7 livros da saga de Harry Potter para refletir sobre liderança; 2 – Analisar os principais desafios do líder contemporâneo; 3 – Compartilhar experiências, discutindo teorias e posturas que podem conduzir a formação de um estilo de liderança que permita atingir resultados sem abrir mão de um tratamento mais humano do liderado.

Não há dúvida de que formar líderes capazes de enfrentar desafios como a chegada da geração Y ao mercado do trabalho, apagão da mão de obra, uso cada vez mais intenso de novas tecnologias no ambiente de trabalho, necessidade de desenvolvimento de visão sistêmica e tantos outros não é tarefa fácil. A ausência de novas abordagens que possam estimular pessoas a estudar liderança é um fator que torna mais agudo esse desafio.

Até onde sabemos, não há notícias de que se tenha utilizado os livros que retratam a saga do simpático bruxinho Harry Potter para ilustrar os desafios diários enfrentados pelas lideranças. Acreditamos que ao fazê-lo, poderemos estar ajudando as pessoas a se aproximar dessa importante temática de forma lúdica e sedutora.

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terça-feira, 6 de março de 2012

Ranking: Eike Batista cai da 8ª para a 10ª posição entre os mais ricos do mundo

O Índice de Bilionários Bloomberg divulgou um ranking com os nomes das 20 pessoas mais ricas do planeta.. Entre as personalidades da lista, figura o empresário Eike Batista, ocupando a 10ª posição, com fortuna de cerca de US$ 29,8 bilhões.

Batista caiu duas posições em comparação ao ano passado, levando em conta o ranking da revista Forbes, de março de 2011, que o colocou como o 8º homem mais rico do mundo, com uma fortuna calculada em US$ 30 bilhões.


Confira, abaixo, o ranking da Bloomberg dos mais ricos e suas respectivas fortunas na íntegra.

1. Carlos Slim, US$ 68,55 bilhões (México);
2. Bill Gates, US$ 62,4 bilhões (EUA);
3. Warren Buffett, US$ 43,8 bilhões (EUA);
4. Ingvar Kamprad, US$ 42,5 bilhões (Suécia);
5. Bernard Arnault, US$ 42,3 bilhões (França);
6. Amancio Ortega, US$ 38,8 bilhões (Espanha);
7. Lawrence Joseph Ellison, US$ 38 bilhões (EUA);
8. Charles Koch, US$ 34 bilhões (EUA);
9. David Koch, US$ 34 bilhões (EUA);
10. Eike Batista, US$ 29,8 bilhões (Brasil);
11. Mukesh D. Ambani, US$ 26,8 bilhões (Índia);
12. Li Ka-Shing, US$ 25,8 bilhões (China);
13. Sheldon Gary Adelson, US$ 25,7 bilhões (EUA);
14. Christy R. Walton, US$ 24,9 bilhões (EUA);
15. Stefan Persson, US$ 24,5 bilhões (Suécia);
16. Lakshmi N. Mittal US$ 23,6 bilhões (Índia);
17. Jim C. Walton, US$ 23,4 bilhões (EUA);
18. Samuel Robson Walton, US$ 22,99 bilhões (EUA);
19. David K.R. Thomson, US$ 22,7 bilhões (Canadá);

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20. Liliane Bettencourt, US$ 22,4 bilhões (França).

segunda-feira, 5 de março de 2012

Para crescer na carreira, profissionais competitivos devem passar conhecimento

As empresas querem profissionais competitivos, ou seja, trabalhadores focados, pró-ativos, objetivos, independentes e que mostrem garra. O problema é que essa competitividade toda muitas vezes ofusca alguns problemas que acabam limitando o seu crescimento profissional.
Segunda a consultora de RH da Multiplicarh, Marisa Marinho, um dos maiores medos dos profissionais competitivos é perder sua posição. Em decorrência disso, acabam concentrando as informações e têm grande dificuldade de passar conhecimento para os demais membros da equipe.

Multiplicando conhecimento
Para ser um gestor, porém, é preciso saber desenvolver pessoas e multiplicar conhecimento. “Os profissionais muito competitivos não querem ensinar, não querem passar o 'pulo do gato', mas, para ser um gestor, ele precisa fazer isso”, avalia Marisa.

A solução é o equilíbrio. Ser competitivo, querer resultados, ser focado e extremamente pró-ativo são atitudes positivas para os profissionais, mas elas não devem ser suficientes para subir de cargo. “É preciso trabalhar a competência de desenvolver pessoas”, explica Marisa.

A especialista também explica que é um erro pensar que, ao desenvolver um profissional, passando seus conhecimentos e informações, ele tomará seu lugar. Na realidade, ao disseminar conhecimento, diz ela, “você se desenvolve ainda mais, criando mais maturidade de gestão”.

Tomada de decisões
Mas as falhas comportamentais dos profissionais altamente competitivos não param por ai. De acordo com o diretor de operações da consultoria de RH Human Brasil, Fernando Montero, esses perfis de trabalhadores também costumam ser rápidos demais ao tomar decisões, o que nem sempre será positivo.

“Muitas vezes essas decisões têm que ser repensadas, gerando retrabalho e desgaste da equipe”, diz Montero. Na prática, os profissionais competitivos querem decidir logo, tirar o problema da frente e nem sempre observam detalhadamente todos os elementos envolvidos e, ao final, nem tudo sai conforme o planejado.

Mesmo que você seja competitivo, saiba que, para crescer, precisará reduzir esse tipo de retrabalho, decorrente de decisões afoitas e mal pensadas. Mais uma característica frequente dos profissionais competitivos é a falta de comunicação e sensibilidade.

Como ele está muito preocupado em atingir metas e mostrar resultados, nem sempre presta atenção ao que está acontecendo a sua volta, explica Montero. “Você precisa se adequar e calibrar seu estilo de acordo com os demais membros da equipe”, sugere o especialista.

Essas características negativas podem ser neutralizadas, quando o profissional tenta desenvolver suas habilidade de comunicação. “Eles têm dificuldade de comunicação. A lógica é: ele fala, os outros escutam”, explica Montero. A questão é que não é assim que se cresce profissionalmente.

“O cara muito competitivo acaba não dando ouvido aos outros. Ele se torna um profissional muito autocentrado e insensível aos outros. Ele, inclusive, não observa qual a percepção dos outros em relação ao seu próprio desempenho. É preciso prestar atenção aos outros”, finaliza o especialista.

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domingo, 4 de março de 2012

Caio Fernando Abreu, o cara do Facebook: você sabe quem ele é?

Se você tem perfil no Facebook, em algum momento já deve ter visto algum post com frases de efeito, trechos de romances ou versos de poemas atribuídos a Caio Fernando Abreu (ou, simplesmente, Caio F. Abreu). A fanpage do autor na rede tem mais de 400 mil "curtidores" e, no momento em que estava escrevendo esta matéria, 126.496 pessoas estavam falando sobre ela. Afinal, quem é esse cara que faz tanto sucesso?

Nascido em Santiago, no Rio Grande do Sul, Caio Fernando Abreu estudou Letras e Artes Cênicas, mas acabou fazendo carreira mesmo no jornalismo de entretenimento. Trabalhou para Nova, Manchete, Veja e Pop, além de colaborar para jornais como Folha de S. Paulo e Zero Hora.
Perseguido pela Ditadura Militar, o escritor se exilou na Europa de 1970 a 1974. De volta ao Brasil, morou em sua cidade natal e, nos anos 1980, mudou-se para o Rio de Janeiro e, sem seguida, para São Paulo. Em 1994 voltou à França mas regressou ao Brasil pouco tempo depois, ao descobrir que tinha aids.
Imagem: arquivo pessoal da família Abreu

Como escritor, ele ficou conhecido por uma literatura ácida, inclusive, um tanto diferente da imagem que ganhou no Facebook, que o aproxima da auto-ajuda.

Ao contrário do que muitos fãs do Facebook acham, Abreu já faleceu. Em decorrência das complicações causadas pela aids, ele morreu no dia 25 de fevereiro de 1996, aos 47 anos, em Porto Alegre.
Na página www.caiofernandoabreu.com, a agência Riff, responsável pela obra do escritor, disponibiliza diversos materiais e publicações mais pessoais do autor, como fotos e cartas.
No site não há nenhuma menção à famosa fanpage, que – provavelmente – não é oficial.

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sábado, 3 de março de 2012

Como divulgar seu negócio no Facebook?

Alguns apontavam apenas como uma "moda de momento", outros diziam que ele não ia fazer sucesso aqui no Brasil e teve até aqueles que cravaram sua extinção em dois anos. Não, não estamos falando de uma nova banda internacional, uma série de TV estilo sitcom ou a saga de bruxos e vampiros estrelados em Hollywood. Trata-se do Facebook que, certamente, já calou os pessimistas (eles também abriram uma conta) e vem reunindo pessoas de todas as gerações que estão curtindo, compartilhando e trocando contatos o tempo todo.
Aliás, o Facebook é, no momento, o queridinho entre os brasileiros. A rede social de Mark Zuckerberg tem 30,9 milhões de usuários no país (e pasmem, 800 milhões no mundo). É tanta gente conectada que as oportunidades de divulgar uma marca, estar em contato com os clientes e potencializar os negócios de uma empresa são enormes. E o melhor, o Facebook é preparado e disponibiliza centenas de possibilidades para isso.
Separamos algumas dicas para aqueles que desejam se aventurar por essas terras. Mas, lembre-se, as redes sociais são "facas de dois gumes": da mesma forma que é possível potencializar os negócios de uma empresa, é possível também manchar a reputação dela. Ter uma conta simplesmente para dizer que possui não vale a pena. Publicar só besteiras, apenas se você for um humorista. E, definitivamente, não faça spam...
Imagem: Thinkstock

Crie uma Fan Page

No Facebook, existem páginas específicas para as empresas e marcas interagirem com seus fãs – as Fan Pages. Elas são gratuitas e permitem compartilhar conteúdos através do mural, grupos de discussão, tabs de informação, fotografias, vídeos, além de aplicativos específicos. Duas de suas virtudes são que não há limite de fãs por página e elas podem ser gerenciadas por diversos administradores que já possuem conta na rede. Além disso, é possível integrar as informações postadas em um blog, Twitter e LinkedIn com a página da empresa no Facebook, permitindo que os fãs recebam todas as atualizações publicadas diretamente nessa rede social.

Venda produtosVocê já reparou que aconteceu uma mudança no local de algumas lojas durante as últimas décadas? Antes se vendia apenas em lojas físicas, depois algumas se transformaram em sites na internet e agora surge a tendência do comércio dentro do Facebook. Porém, é bom saber alguns detalhes antecipadamente: assegure-se que sua loja no Facebook é fácil e intuitiva para navegar - os usuários não devem gastar mais de três cliques para localizar um produto. Crie também mecanismos que incentivem a divulgação "boca a boca" na rede social. As lojas que oferecem experiências diferentes de compra, listas de desejo e estimulam a colaboração irão, provavelmente, ter um aumento no tráfego e nas vendas.

Anuncie para o público certo
O Facebook facilita também a criação de publicidades com um grau de personalização fora de série. É possível definir o segmento do anúncio com base no sexo, local, faixa etária, estado civil e até gostos. Quer atingir um público de mulheres, entre 25 e 40 anos, casadas, quem morem no Rio de Janeiro e gostem de cozinhar? Ah, não esqueça que esse serviço é pago, porém se você tiver poucos recursos para investir não tem problema. No Facebook você publica a quantidade de anúncios que o seu dinheiro permitir.

Faça aplicativos legais
Um dos grandes atrativos dessa rede social são os aplicativos. Eles funcionam como uma ótima maneira de interação entre os clientes e as marcas. Hoje, são mais de 500 mil aplicativos na rede, e quase 70% dos usuários "curtem" mensalmente algum em seus perfis. Tem aplicativos de jogos, de notícias, de serviço, de vídeo, previsão do tempo etc. Como eles são, geralmente, interativos, incentivam o usuário, os amigos do usuário e os amigos dos amigos do usuário a compartilhá-lo. Ou seja, mais pessoas ficam ligadas e interessadas nas empresas que possuem aplicativos bacanas.

Seja interessante e dedique-se
Atualizar a página apenas quando dá não basta. Para a empresa ter sucesso no Facebook, é preciso dedicação. É importante ouvir o que seus clientes têm a dizer, valorizar a interação e postar notícias, fotos e vídeos interessantes. Ser divertido nos posts pode ser também um bom caminho, afinal, ainda se trata de uma rede social. E por favor, não vai ficar contando detalhes que ninguém quer saber sobre seu produto ou serviço. Seja original, pense na parte interessante do seu produto e conte para seus fãs de uma forma diferente.

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