segunda-feira, 6 de agosto de 2012

A internet 4G e as operadoras de telefonia

A notícia de que as operadoras de telefonia Claro, Oi e TIM estavam impedidas de vender novas linhas de celulares pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) esteve em destaque nos noticiários nos últimos dias. As empresas foram surpreendidas pela decisão da Anatel, que determinou que fossem apresentados planos de melhoria para que as vendas voltassem a ser realizadas.

A decisão da Anatel teve como objetivo melhorar a qualidade do serviço de telefonia que já é utilizado pelos usuários. Mas como fica a internet 4G nesta história? A suspensão da venda de novas linhas e os planos de melhoria podem atrasar a chegada da internet 4G aos usuários. Ou este susto foi importante para garantir maior empenho na qualidade do 4G?

A telefonia móvel de quarta geração tem duas finalidades: maior qualidade e velocidade na transmissão de dados e levar serviços de voz e internet banda larga para as áreas rurais. Se tudo sair conforme o planejado, a velocidade do 4G no Brasil será de 10 Mbps (Megabits por segundo) e não vai haver grande instabilidade no sinal.

Desta forma, o usuário poderá baixar um filme de 100 MB (Megabytes) em pouco mais de um minuto.Também será possível assistir vídeos na Web sem que fique engasgando, fazer videoconferências do celular e ouvir músicas diretamente da internet, entre outras possibilidades.

Imagem: Thinkstock

No leilão realizado pela Anatel foi determinado que as empresas que oferecerão a tecnologia 4G devem cumprir algumas metas. Até abril de 2013, ou seja, daqui a nove meses, as operadoras devem ter conexões 4G nas cidades-sede dos jogos da Copa das Confederações – Fortaleza, Recife, Salvador, Brasília, Belo Horizonte e Rio de Janeiro.

Já as sedes e sub-sedes da Copa do Mundo – São Paulo, Curitiba, Porto Alegre, Manaus, Cuiabá, Natal – deverão ter cobertura 4G até o fim de 2014. E o cronograma da Anatel ainda determina que todos os municípios com mais de 100 mil habitantes deverão ter sinal de 4G até 31 de dezembro de 2016.

Acredito que os últimos acontecimentos não irão atrapalhar o andamento da 4G. Os problemas atuais se devem pelo rápido crescimento da telefonia móvel no Brasil. Um estudo realizado pela Huawei em parceria com a Teleco mostra que no primeiro trimestre de 2009 eram 1,5 milhão de usuários de internet móvel e no primeiro trimestre deste ano, três anos depois, o número já havia aumentado para 8,7 milhões.

As operadoras apresentaram os investimentos feitos e previstos para este ano com o objetivo de melhorar a telefonia móvel no Brasil e já entraram em acordo com a Anatel para que os serviços fossem normalizados. Mas a rapidez com que a telefonia móvel tem crescido e a velocidade com que as pessoas estão adquirindo smartphones e tablets é um desafio para estas empresas.

Conclusão: depois disso tudo, as operadoras devem se empenhar em oferecer bons serviços aos usuários para garantir a continuidade do serviço e em paralelo seguirão com os investimentos na 4G. No fim das contas, o usuário só tem a ganhar.

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domingo, 5 de agosto de 2012

Como ganhar dinheiro fazendo o que você realmente gosta

Largar o emprego e ter tempo para dedicar-se a um projeto que seja relevante para você e para a sociedade é o sonho de muitas pessoas. Chris Guillebeau, autor do livro The $100 Startup: Reinvent the Way You Make a Living, Do What You Love, and Create a New Future (A Startup de 100 dólares: Reinvente a sua Forma de Ganhar a Vida, Faça o que Você Gosta e Crie um Novo Futuro, em tradução livre), relata 50 casos de empreendedores que começaram seu negócio com um investimento bem modesto e conseguiram ser bem sucedidos fazendo aquilo que amam.
homem pulando feliz
Lançada em maio deste ano, a obrar mostra ao leitor como ganhar dinheiro sem ter um emprego tradicional. Para isso, ele afirma que não é necessário muito dinheiro. Basta aproveitar as habilidades que você já tem.

Guillebeau é um empreendedor norte-americano que ficou famoso com o blog The Art of Non-Conformity e o livro de mesmo nome, com dicas para interessados em mudar o mundo vivendo de maneira não convencional. Ele já visitou 185 países e o seu trabalho é ajudar pessoas a transformar ideias em renda. Durante a preparação do livro, o autor pesquisou sobre 1.500 negócios que faturam 50 mil dólares a partir de um investimento de 100 dólares ou menos.

Para o autor, dois termos definem o tema de seu livro: liberdade e valor. As histórias que ele narra são de pessoas que conseguiram agregar valor no que criaram. A possibilidade de ter uma pequenas empresas sempre existiu, mas nunca houve tantas chances para quem quer empreender, segundo Guillebeau. O acesso à tecnologia tem aumentado e os custos estão caindo para donos de startups conseguem testar suas ideias no mercado e instantaneamente analisar a reação das pessoas.

Uma dica do livro é que descobrir qual é a sua paixão é a única forma de ganhar dinheiro fazendo o que você realmente ama. Outra sugestão de Guillebeau é que os empreendedores lancem seus produtos o mais rápido possível para que fiquem motivados com o crescimento do negócio.

O livro The $100 Startup: Reinvent the Way You Make a Living, Do What You Love, and Create a New Future ainda não está disponível em português, mas pode ser comprado na versão em papel ou audiobook em livrarias online, como a Amazon. Um exemplar custa a partir de 13 dólares e a editora é a Crown Business.

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sábado, 4 de agosto de 2012

Gays promovem 'beijaço' em protesto contra rede de fast-food

Gays e lésbicas promoveram um "beijaço" diante das lanchonetes Chick-fil-A em todo os Estados Unidos em protesto contra a oposição da rede de fast-food ao casamento entre pessoas do mesmo sexo.
Mais de 14.000 pessoas participaram através do Facebook do "Dia Nacional do Beijo entre Pessoas do Mesmo Sexo" no Chick-fil-A na sexta-feira, um evento marcado em grande parte pela internet.
"Não tem nada a ver conosco ser contra a liberdade de religião ou de discurso", afirmou Bryan McIlroy, um designer de interiores de 35 anos, falando à AFP, em frente ao restaurante de Hollywood, em Los Angeles.
"Estou aqui porque sou gay e não acho certo apoiar qualquer forma de ódio. Para quem acha que tudo é uma questão de amor, eles com certeza não estão demonstrando isso", acrescentou McIlroy, segurando uma placa que dizia "Apoie o amor e não o ódio".
No cartaz de outro manifestante em Hollywood lia-se "Jesus comia peixe".
Com mais de 1.600 lojas, principalmente no sul dos Estados Unidos, a empresa familiar Chick-fil-A é famosa por seus valores bíblicos - nunca abre aos domingos - e vende sanduíches de frango e nuggets.

Casais gays promovem beijaço diante das loja Chick-fil-A Mas está sendo criticada pelos ativistas dos direitos dos gays e seus simpatizantes que, citando registros de impostos, dizem que a rede deu milhões de dólares a grupos conservadores cristãos que fizeram vigorosas campanhas contra o casamento gay.
O presidente da Chick-fil-A, Dan Cathy, declarou a uma publicação batista no mês passado que os Estados Unidos estão se arriscando "ao julgamento de Deus" ao reconhecer o casamento entre pessoas do mesmo sexo.


Casais gays promovem beijaço diante das loja Chick-fil-AO casamento entre pessoas do mesmo sexo, legal em seis estados americanos, é um tema importante e polêmico no país, principalmente em um ano eleitoral. O presidente Barack Obama já se declarou a favor, enquanto seu rival republicano, Mitt Romney, se opõe ferrenhamente.

Os ativistas também instalaram uma barraca do beijo entre pessoas do mesmo sexo em frente ao restaurante Chick-fil-A, em Dallas.
"Queremos mostrar ao país e à empresa Chick-fil-A que nosso amor é tão válido, tão real e tão bom como o amor heterossexual", disse a organizadora Carly McGehee por telefone da cidade do Texas.

"E merecemos o direito de ser protegidos pela lei, de construir nossas famílias e amar quem quisermos, sem importar o gênero".
Em uma declaração emitida na sexta-feira, a Chik-fil-A pareceu não ter se abalado com o "Dia Nacional do Beijo entre Pessoas do Mesmo Sexo", dizendo que apreciam "todos os nossos clientes" e que estavam felizes em servi-los a qualquer momento.

"Nosso objetivo é simples: oferecer boa comida, hospitalidade genuína e ter uma influência positiva sobre todos que entrarem em contato com a Chick-fil-A", declarou Steve Robinson, vice-presidente executivo para o marketing.
Dois dias atrás, a Chick-fil-A teve vendas recordes quando os clientes fiéis compareceram em massa ao "Dia da Apreciação ao Chick-fil-A", promovido pelo político republicano e apresentador de talk-show, Mike Huckabee.

Em Atlanta, Geórgia, onde fica a matriz da Chick-fil-A, a dona de um pequeno negócio, Marci Alt, convidou o chefe da companhia para jantar com sua esposa Marlysa e seus dois filhos, para experimentar a "vida normal" que eles vivem.
"Nós nos importamos com a fé, com nossa família, nossos amigos e nossa comunidade e acreditamos que há espaço para transformar esse debate em diálogo", afirmou ela, se dirigindo ao presidente da Chick-fil-A Cathy no Change.org.

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sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Facebook tem 83 milhões de perfis fakes

O Facebook anunciou na última quinta-feira (2) que 8,7% do seu número de usuários correspondem a perfis falsos - em valor absoluto, são 83 milhões de fakes circulando pela rede social.

Esse percentual é composto por contas duplicadas (4,8%), perfis classificados incorretamente, ou seja, empresas que criam perfis em vez de páginas ou contas para animais de estimação (2,4%) e 1,5% são spammers. A rede social tem atualmente um pouco mais de 900 milhões de usuários - descontando os fakes, esse número pode cair para 830 milhões.

A quantidade de perfis falsos surpreendeu o próprio Facebook que divulgou, em março, que entre 5% e 6% das contas não eram falsas. Esse número ainda poderia ser muito maior: a empresa deleta 20 mil contas diariamente; estima-se que outras 600 mil estejam comprometidas por roubos de senhas.

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quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Uma saborosa viagem por países e culturas diversas, em uma xícara de café

Um milenar e delicioso ingrediente. Diferentes culturas, tradições e paladares, diferentes aromas e sabores. Influenciado por antigas tradições ou hábitos modernos, por diferenças no preparo, tipo do café, ingredientes adicionais ou acompanhamentos, melado ou amargo, pouco importa. Cada povo encontra sua justificativa e maneira singular de apreciar o velho e bom café.
No Brasil, como em outros países, o hábito de tomar café tem muitas vezes um caráter "ritualístico". Uns tomam para relaxar, outros para se manter acordados e ativos, alguns para fazer uma pausa no trabalho. Autêntico companheiro de conversas, o café é também um forte aglutinador social, usado sempre como pretexto para uma reunião. Mais forte, mais suave, instantâneo, espresso, orgânico, descafeinado, gourmet. O café é praticamente uma unanimidade. E não é só no Brasil. A Espresso em Revista pesquisou histórias, povos e seus costumes para mostrar como o café é degustado ao redor do mundo. Embarque nessa deliciosa viagem e conheça as peculiaridades da bebida em diferentes países.

Estados Unidos

De consumidores de café fraco, quase aguado, os norte-americanos deram uma grande virada, passando a prezar qualidade e a adotar hábitos europeus. O país concentra hoje o maior número de coffee shops do planeta, com seus menus recheados de drinques feitos à base de café com caldas de caramelo, leite e outros deliciosos ingredientes. O café feito na french press, vem crescendo em popularidade.

Japão

O ritmo alucinante de muito trabalho e pouco tempo da sociedade japonesa se reflete até no gosto pelo café. Mania principalmente entre os mais jovens, o café gelado em lata tornou-se muito conveniente. No Japão, a máquina que vende refrigerantes também comercializa o café enlatado. Café orgânico também está entre preferências dos japoneses.

Finlândia, Dinamarca, Suécia e Alemanha

Moradores destes quatro países mais café por dia do que qualquer outro cidadão do mundo. Na Alemanha, acreditem ou não, o consumo de café é maior do que o de cerveja. Também são os habitantes destes países os grandes consumidores e geradores de demanda de café gourmet. Nas suas listas, também consta o café orgânico.

Itália

Consumidores tradicionais do café espresso, os italianos prezam a qualidade e sofisticação. Os inventores da máquina de espresso, tal como a conhecemos, também são os criadores da chamada "Latte Art", a técnica barista de fazer desenhos com leite vaporizado sobre os cafés. Lá, pede-se também um lungo, um shakeratto, um macchiato...

China

Gradualmente substituindo o antigo hábito de tomar chá, a "cultura do café" não pára de crescer. Por não estarem familiarizados ao sabor forte do café, os chineses apreciam uma bebida mais "melada", misturada a ingredientes como caramelo e outros acompanhamentos em calda.

Oriente Médio

Os árabes utilizam especiarias para dar um gosto especial ao café. Além do sabor, elas também carregam significados especiais. Oferecer semente de cardamomo no café, por exemplo, é sinal de hospitalidade.

Em outras regiões

As tribos habitantes da província de Kaffa, na Etiópia, região originária do café, localizada próxima à fronteira com o Sudão, mantém uma antiga tradição no preparo da bebida, algo parecido ao do chá. As folhas são colhidas, secas e mergulhadas em água quente. À essa infusão são adicionados o mel e o leite. Outros condimentos dão o toque final à bebida. Os etíopes em geral fazem do ato de beber um café uma espécie de ritual para trazer paz de espírito.

Marcas históricas estão entre os fatores que influenciam o gosto pelo café na Grécia. Lá, a invasão otomana deixou como herança o ibrik, uma cafeteira sem tampa, feita de cobre ou latão. O café "à turca" ou "café grego" é uma mistura de uma parte de café moído finíssimo, uma de água e uma de açúcar, levada ao fogo no ibrik e fervida três vezes.

No Timor Leste, a tradição manda que o café seja torrado em uma panela diretamente sobre o fogo, moído com um socador e peneirado. O café é colocado então em uma chaleira, a água quente é adicionada e a mistura é mexida. Depois de cinco minutos de descanso, está pronto.

Cultura e costumes à parte, muitas dessas especialidades "globalizadas", já são vendidas em cafeterias das grandes cidades brasileiras. Algumas, porém, só mesmo "in loco" para serem apreciadas. Pensando bem, que tal fazer sua mala e conhecer de perto estes e outros inusitados sabores do café.

Fonte: Espresso em Revista

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

O Hábito de Tomar Café dos Curitibanos e Suas Cafeterias

Um dos principais motivos para o café ser uma bebida muito difundida entre os curitibanos é o clima frio. O hábito de sempre tomar um cafezinho é apreciado por todos, independente de onde esteja: empresas, postos de gasolina, lojas, bancos e nas ruas. Sempre haverá um lugar para tomar esta bebida quentinha que por muitos diz ser estimulante ao frio e ao sono. Do mais simples café com leite popularmente chamado de pingado, passando pelos expressos, cappuccinos, irish coffes e mocatinos podem ser encontrados em diversos estabelecimentos. Eles são as panificadoras nos bairros mais afastados e cafeterias nas ruas do centro, bairros nobres e Shopping Center. As cafeterias podem ser desde pequenos quiosques para se tomar um café em pé, até lugares grandes e super decorados para que o simples hábito de tomar café se torne uma experiência única. O preço pode variar de R$ 1,50 até R$ 8,00 e lembrando que aqui não tem o habito do café em embalagem para viagem, como nos EUA e Europa. Caso não queria só o café este lugares também oferecem ótimos salgados fritos ou folhados, pães de queijo e sanduiches com preços que variam de R$ 1,50 até R$ 8,00. Para quem caso queira tomar um café, outras bebidas e comer salgados fresquinhos, doces e tortas maravilhosas. Existem os chamados café colonial, onde se paga um valor único e come o quanto quiser.
www.guiaturismocuritiba.com

Salário ou satisfação profissional?

Por Alan Cordeiro, www.administradores.com

Uma grande dificuldade para se obter um sucesso profissional está justamente em saber "o que se quer ser quando crescer". Uma minoria de pessoas consegue ter a clareza de qual profissão deseja desempenhar no futuro, principalmente no momento de ingressar em uma universidade.

Normalmente, nos deparamos com algumas situações bem conhecidas por muitos, como a forte pressão dos pais pela escolha da profissão que mais os agradam, falta de clareza sobre qual carreira escolher ou a opção por um curso que caiba no orçamento - mesmo que não seja o curso ideal.

A exigência do mercado de trabalho e, psicologicamente da sociedade, por uma formação de nível superior, faz com que muitas pessoas escolham um curso sem ter a certeza e no meio do caminho desistem, ou ainda, concluem o curso e não exercem a profissão.
Imagem: Thinkstock

Iniciamos nossas experiências profissionais buscando a felicidade, mas a necessidade financeira para suprir os desejos que a juventude exige acaba abrindo caminhos que dificultam. A verdade é que muitos jovens, pela falta de clareza e experiência, não sabem o que querem fazer e em que trabalhar para se considerar felizes profissionalmente.

Geralmente optamos por algum curso de nível superior sem muita certeza da nossa escolha e experimentamos vários tipos de trabalhos e funções na busca pelo dinheiro, afinal, logo de cara nossa busca pela felicidade acaba sendo deixada para segundo plano quando damos a prioridade para a questão financeira. No momento em que trabalhamos exclusivamente por melhores salários e melhores cargos, a satisfação pessoal e profissional ficam distantes de serem alcançadas.

Muitas pesquisas apontam que profissionais de cargos elevados em grandes organizações e com salários altíssimos largam tudo na busca pela satisfação por fazerem algo que realmente gostam e acreditam. Muitos reiniciam suas vidas profissionais e conseguem reequilibrar suas carreiras, onde conseguem dar prioridade para o prazer pelo que fazem e em pouco tempo conseguem ter como consequência um excelente retorno financeiro.

Aquele velho ditado que diz: "nunca é tarde para recomeçar" é muitas vezes praticado por profissionais que conseguem aproveitar os programas de desenvolvimento oferecidos pelas organizações que investem em seus profissionais, sendo que o autoconhecimento proporcionado permite que muitos possam conquistar um novo significado para suas carreiras e consigam melhores resultados dentro da própria organização. Em alguns casos, os profissionais acabam mudando de área, pois a felicidade não é vislumbrada dentro da mesma organização. O mais importante é não desistir da busca pela felicidade.

Por conhecer diversos exemplos de casos reais, acredito que a forma mais sustentável de manter a equação salário x satisfação equilibrada é não focar única e exclusivamente no dinheiro, pois este deve vir como resultado do trabalho que é feito quando se gosta, com prazer e significado especial para quem o faz. É importante ser honesto consigo mesmo na busca pela felicidade profissional e que possamos mudar nossos rumos a qualquer época de nossas vidas, afinal: nunca é tarde para recomeçar!