sábado, 8 de dezembro de 2012

Como o empreendedorismo pode salvar o mundo

 
Visão de um globo em uma praça Você sabe qual é o papel de um empreendedor social? Ruth A. Shapiro, empreendedora social e fundadora da Asia Business Council, resolveu fazer essa pergunta a 10 pessoas da University Avenue, em Palo Alto, nos Estados Unidos. Sete dos ouvidos disseram que era algum tipo de negócio relacionado com o Facebook.
 
Surpresa com o resultado, na recém-lançada obra The Real Problem Solvers: Social Entrepreneurs in America (Os verdadeiros solucionadores de problemas: empreendedores sociais da América, em tradução literal) ela foi atrás de respostas.

A autora, que também é diretora do Keyi Strategies, consultoria que atua na Ásia, Europa e Estados Unidos, acredita no poder dos negócios no desenvolvimento da economia. A obra tem como objetivo fornecer uma visão introdutória sobre empreendedorismo social.

De acordo com Shapiro, leitores terão respostas sobre quais aspectos do empreendedorismo social são particularmente atraentes e inspiracionais, como este campo evoluiu e quais são as implicações para o filantropismo tradicional, gestão sem fins lucrativos e de mudança social.

Empreendedores ao redor do mundo com ou sem capital estão desenvolvendo oportunidades de negócio para solucionar dilemas antigos. Eles desempenham o papel de agentes que promovem mudanças no setor social por causa de algumas características: estão engajados em um processo contínuo de inovação, adaptação, aprendizado e agem com ousadia sem serem limitados pela quantidade de recursos em mão, por exemplo.

Para ela, o termo empreendedor social pode se referir a uma pessoa que trabalha diretamente com o problema ou com o grupo que está buscando mudar. E, também pode ser usado por fundos que estão fornecendo suporte financeiro para esse tipo de empreendedorismo.

Segundo a obra, um desafio destes empreendedores é tornar o negócio escalável. Para a autoora, hoje, existem exemplos de pessoas que conseguiram criar programas inovadores, mas muitos ainda são pequenos.

“The Real Problem Solvers: Social Entrepreneurs in America”

O livro fala sobre empreendedorismo social e reúne opiniões de empreendedores, fundos e investidores especialistas nesse assunto.

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quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Walt Disney: o homem que virou negócio

Nascido em Chicago, na alvorada do século XX, Walt Elias Disney saiu de casa cedo. Aos 16 anos, durante a 1ª Guerra Mundial, tentou se alistar ao exército norte-americano, mas foi barrado, por ainda ser menor de idade. Mesmo assim, conseguiu uma vaga na Cruz Vermelha, através da qual trabalhou na França, dirigindo ambulâncias.
No entanto, por incrível que pareça, a grande reviravolta da sua vida não foi deixar o lar e estar em meio a um dos conflitos mais sangrentos da história. A entrada no mundo da arte na volta aos Estados Unidos foi a mudança de percurso que, de fato, revolucionou sua vida.

Com a pequena produtora Laugh-O-Gram, que montou com o irmão Roy e o amigo Ub Iwerks, Disney começou a fazer animações de contos de fada, que eram exibidas na abertura dos filmes do cinema local. Nos anos seguintes capitaneou diversas transações e, mesmo entre prejuízos e calotes que sofreu, conseguiu lançar no mercado sua mais célebre criação: o Mikey Mouse.
Walt Elias Disney, um dos empreendedores mais bem-sucedidos do século XX, revolucionou a indústria do entretenimento (Foto: divulgação)

Depois do lançamento do simpático camundongo, diversos personagens foram sendo incorporados à hoje bem extensa lista de figuras conhecidas da Walt Disney Company, como a Minnie, o Pato Donald e o Pluto. Além disso, ainda em vida, o empreendedor viu pronto o seu primeiro parque temático, a Disneylândia de Anaheim, na Califórnia.

Essa história de sucessos foi permeada também por diversas polêmicas, entre fatos históricos e boatos até hoje não comprovados. A mais conhecida delas é a que associa Disney à caçada anticomunista na época que ficou conhecida como macarthismo.

Vários relatos dão conta de que Disney delatou artistas de Hollywood à chamada "Comissão das Atividades Antiamericanas". Segundo o pesquisador Álvaro de Moya, autor de uma das inúmeras biografias do empreendedor, tudo começou "quando funcionários de seu estúdio entraram em greve por causa dos baixos salários". De acordo com o pesquisador, a mobilização teria sido arquitetada por um ativista ligado a uma organização socialista, o que despertou a ódio do empreendedor por tudo ligado aos ideais marxistas.

Nesses mesmos anos 1940, Walt Disney esteve no Brasil contribuindo para os esforços dos EUA no sentido de conseguir aliados durante a Segunda Guerra Mundial, o que ficou conhecido como "Política da boa vizinhança". Foi nessa época que o malandro Zé Carioca foi criado.

Entre sua ação política e a inventividade que o tornaram um dos mais aclamados gênios da nossa história recente, o fato é que – mesmo décadas depois da sua morte – Disney continua muito vivo. Na verdade, tão vivo que alguns fanáticos vão mais longe e acreditam nessa existência de forma quase literal. A lenda que ficou conhecida como "O congelamento de Walt Disney" dá conta de que o corpo do empreendedor foi congelado numa clínica de criogenia humana (técnica que mantém cadáveres intactos com o fim de ressuscitá-los um dia) à espera do momento em que – finalmente – a ciência será capaz de colocar sua genialidade de volta no mundo.

Para a história oficial, Disney morreu em dezembro de 1966, em Los Angeles.

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quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

A falha da memória

Normalmente lembro das pessoas, a fisionomia pelo menos, nem sempre o nome.
Mas hoje passei por uma situação complicada.
Uma criança, chegou toda feliz, pegou em meu braço e me disse:
"Oiiiii, você lembra de mim?"
E eu fiquei sem palavras, pois não lembrava.
Sorri e dei uma disfarçada, mas a criança percebeu.
Tentei disfarçar, mas não sei se funcionou, pois criança é difícil enganar.
Mas depois tivemos um momento quebra-gelo e a situação parecia estar normal.
Com certeza a criança queria que eu dissesse na hora, "claro que me lembro" e eu não tive esta reação.
É, em algumas situações a falha nos deixa em situação embaraçosa e neste caso, com uma criança, foi mais difícil ainda.
Espero que não venha a se repetir e caso aconteça novamente, que eu consiga contornar a situação.

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Conta de luz cairá 16,7%, abaixo do prometido pelo governo

Linhas da Transmissão Paulista

Brasília - A conta de luz no Brasil cairá, em média, 16,7 por cento em 2013, com a renovação antecipada de 100 por cento dos contratos de concessão de transmissão e de 60 por cento dos de geração com vencimento entre 2015 e 2017, informou o secretário-executivo de Minas e Energia, Márcio Zimmermann, nesta terça-feira.

A redução ficou aquém do pretendido inicialmente pelo governo federal, que anunciou em setembro a intenção de reduzir as tarifas em cerca de 20 por cento, em média.

No total, 15.301 megawatts (MW) de capacidade instalada de usinas hidrelétricas tiveram os contratos renovados com os atuais concessionários. Cemig, Cesp, Copel e Celesc estão entre as companhias que não aceitaram a prorrogação dos ativos de geração nos termos propostos pela União.

O diretor-geral da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), Nelson Hubner, disse que a queda na conta de energia elétrica de 16,7 por cento será sentida pelos consumidores em março do ano que vem.

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segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

As 5 perguntas encorajadoras de Peter Drucker

Já li dezenas de livros sobre empreendedorismo nestes últimos dez anos. Muitos eu recomendo para os alunos, outros eu utilizo como base das minhas aulas, palestras e treinamentos, outros eu simplesmente ignoro embora seja possível extrair algo de bom de cada um deles.
Livros são assim mesmo, alguns são modismos, outros são escritos sob determinados contextos, mas, não se aplicam ao contexto da sua empresa ou da sua necessidade, entretanto, tira-se um pouco daqui, outro dali, e assim vai se formando a base do conhecimento. O importante é ter discernimento para extrair o que vale a pena ser aplicado em cada situação.
De tanto ler e recomendar acabei escrevendo os meus próprios livros – Manual do Empreendedor e Empreendedorismo para Jovens -, ambos editados pela Atlas, com base na minha experiência profissional com empreendedores de pequeno, médio e grande porte. São livros que eu gostaria de ter lido antes dos trinta anos para enriquecer ainda mais o assunto.
O fato é que, como eu sempre digo e repito, não existe fórmula infalível para o sucesso nos negócios. Veja o exemplo do Monitor Company Group LP, empresa de consultoria fundada por Michael Porter, o papa da estratégia mundial, em 1983, a qual entrou com um pedido de falência na Corte de Falências dos Estados Unidos, no Estado de Delaware.
É um caso digno de estudo: se o próprio Porter, um dos gurus mais respeitados no meio acadêmico, não conseguiu fazer valer as suas próprias recomendações, que chances eu tenho? Bem, dizer o que fazer é uma coisa, fazer é outra, mas, isso não tira os méritos dele considerando que milhares de empresas prosperaram ao redor do mundo utilizando-se dos seus conceitos.
Infelizmente, ou felizmente, em negócios, tudo depende. Do que? Do momento, das circunstâncias, dos seus modelos mentais, do posicionamento correto e do valor agregado dos seus produtos e serviços, da sua capacidade de investimento, da sua persistência, do seu modelo de gestão, do seu estilo de liderança, das pessoas que você contrata e assim por diante.
Dessa forma, como empreendedor, é necessário pensar nas questões mais simples que impulsionam qualquer negócio onde quer você queira fazê-lo. Isso é o básico, recomendado por Peter Drucker, guru da administração moderna, em seu clássico Inovação e Espírito Empreendedor.
Ainda que você diga que sabe, a maioria dos empreendedores não consegue responder claramente a essas questões. A simplicidade de cada uma vai fazê-lo repensar qualquer suposição a respeito do seu negócio, da sua equipe e do seu próprio modelo de gestão. Vejamos:
Qual é a sua missão? Em primeiro lugar, por que você quer abrir esse tipo de negócio? Tem algo a ver com o que você realmente gosta de fazer? O que você está tentando realizar para seu cliente? É algo que você está disposto a conduzir pelo resto da vida?
Quem é o seu cliente? Que tipo de pessoa você está tentando satisfazer com seus produtos ou serviços? Essa necessidade existe de fato? É um nicho capaz de formar um novo público?
O que o seu cliente valoriza? O que você faz bem melhor do que os outros e está preparado para oferecer a seus clientes? Você sabe vender arroz, feijão e pão de forma diferenciada, a ponto de fidelizar os clientes para que comprem, regularmente, no seu ponto de venda?
Que resultados você está tentando alcançar? Como você mede o sucesso? É um negócio que vai ajuda-lo a sobreviver depois de aposentado ou é algo que pode fazer a diferença na vida das pessoas?
Qual é o seu plano? Como você imagina conquistar o respeito dos clientes e atingir os resultados que são mais importantes para consolidar o negócio? Na balança dos prós e dos contras, o que pesa mais?
A maioria dos empreendedores começa um negócio sem a reflexão necessária para isso. Na prática, a combinação entre o espírito empreendedor e a necessidade de inovar para sobreviver é o que define o seu perfil de atuação no mercado. Ter uma grande ideia não significa ter sucesso. Colocá-la em prática e trabalhar de maneira consistente para sua execução é a melhor ideia.
Como eu já mencionei em outro artigo, em termos de gestão, pouca coisa mudou nos últimos cinquenta anos. Fluxo de caixa, orçamento, planejamento estratégico, balanço financeiro, matriz SWOT, mapeamento de processos, estratégia de vendas, entre outros, são ferramentas aplicáveis a qualquer negócio e tornam-se eficientes na medida em que são levadas a sério.
Contudo, como diria Peter Drucker, "Empreendedores procuram por mudanças, portanto, olhe para cada janela e pergunte a si mesmo: isso poderia ser uma oportunidade? Não perca algo somente porque não faz parte de seu planejamento. O inesperado é frequentemente a melhor fonte de inovação".
Por fim, além de responder as questões acima, lembre-se de que, atualmente, não é necessário sofrer tanto. Existem artigos, cursos, empresas de consultoria, livros e modelos de planos de negócios disponíveis aos milhares na Internet, no Sebrae e nas escolas. Ninguém faz nada sozinho, portanto, não seja orgulhoso. O orgulho é, geralmente, um poderoso indicador de insucesso em qualquer parte do mundo.
Pense nisso, empreenda e seja feliz!

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domingo, 2 de dezembro de 2012

Plantamos o que colhemos

Não adianta querer ter um futuro com grandes realizações se não faz nada hoje para fazer merecer.

São as ações que realiza hoje, quer irá encontrar os frutos de todas as sementes que semeou.
Com boas sementes, irá colher frutos lindos e saborosos, caso contrário, terá frutos feios ou até mesmo podres.

Muitos pais reclamam das ações do filhos, mas se olharem para trás, apenas estão passando com os filhos, o que ensinaram, os filhos passam pelos ensinamentos da vida e começam com os ensimentos em casa. É claro que aprendem fora de casa também, mas se possuem uma boa base, a sua estrutura será forte e irá seguir bons caminhos.

Nós também fazemos escolhas, certas ou erradas, não sei, mas fazemos.
E se queremos ter bons resultados, não adianta querer fazer o errado hoje e sim, devemos buscar o certo. Não que seja fácil, ainda mais no mundo atual, com tantas turbulencias, mas faça sempre a pergunta antes de tomar qualquer ação, "eu gostaria que isto acontecesse comigo?".

Então, reflita sobre suas ações, pois lá na frente, apenas irá colher o que estiver plantando hoje.

Uma ótima semana!

sábado, 1 de dezembro de 2012

Desginers propõem guarda-chuva feito de ar

Garoto mostra como funcionaria o Air Umbrella
Garoto mostra como funcionaria o Air Umbrella
 
Será que você conseguiria se proteger da chuva usando apenas um cano de plástico? Sim, se esse cano for um Air Umbrella.

A ideia é de Je Sun Park e Woo Jung Kwon, designers que apresentaram o conceito no site de revista especializada Yanko.

O projeto é simples: um tubo puxaria o ar da extremidade inferior e o expeliria sobre sua cabeça, formando uma cortina de ar corrente sobre você, que se manteria seco.

O conceito prevê um controle de potência no guarda-chuva (ele seria regulado para formar uma cobertura de ar sobre uma ou duas pessoas) e corpo telescópico, para poder ser usado por pessoas de várias alturas.

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