terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

O que você deve evitar no trabalho

Vejam a lista publicada na folha de São Paulo:
- Falar de assuntos pessoais no trabalho
- Roupas inadequadas no escritório
- Postura
- Críticas em público
- Falta de pontualidade
- Falar mal da empresa
- Desrespeitar a hierarquia
- Impor pensamentos ideiais
- Ausência de feedback
- Atmosfera negativa

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Mulheres são maioria entre os novos empreendedores

As mulheres estão comandando a abertura de novos negócios no país. Dados revelados pelo Sebrae a partir da pesquisa Global Entrepreneurship Monitor (GEM) mostram que 52% dos novos empreendedores – aqueles com menos de três anos e meio de atividade – são mulheres. A força empreendedora feminina é maioria em quatro das cinco regiões brasileiras. Apenas no Nordeste elas ainda não ultrapassaram os homens, mas estão quase lá, com aproximadamente 49% de participação entre os novos empresários.
Mulher empreendedora“A cada ano, o perfil do empreendedor brasileiro se torna mais feminino e mais escolarizado”, destaca o presidente do Sebrae, Luiz Barretto. “As mulheres estão investindo em qualificação, buscam acesso às informações, não permitem amadorismo”, afirma. Prova disso é o índice de escolaridade: 49% dos donos de novos negócios – em que as mulheres são maioria – têm pelo menos o segundo grau completo. Já entre os donos de negócios estabelecidos (com mais de três anos e meio de atividade), – em que os homens são maioria – esse índice é de 41%.
A pesquisa GEM aponta ainda que 66% das mulheres iniciam uma empresa após identificar uma oportunidade de mercado. “Elas estão deixando de empreender apenas para complementar a renda da família ou por consequência de um passatempo”, reforça o presidente do Sebrae. Mesmo em um cenário praticamente de pleno emprego, em todas as regiões do país a maioria das mulheres que conduzem suas próprias empresas são movidas pela oportunidade e não pela falta de alternativas.
Boa parte desse resultado pode ser creditado à força do mercado interno brasileiro, fortalecido pela expansão da classe média. Mas, o fator determinante para o aumento do número de mulheres que empreendem é a flexibilidade para administrar o próprio tempo: gerenciar a própria empresa permite que elas consigam dividir o trabalho com outras atividades da vida familiar. “Isso não quer dizer que elas trabalhem menos, mas ganham autonomia para escolher seus horários”, completa Barretto.
A pesquisa GEM, uma iniciativa da London Business School e Babson College, é feita em 68 países, cobrindo 75% da população global e 89% do Produto Interno Bruto (PIB) mundial. No Brasil, ela é patrocinada pelo Sebrae e realizada pelo Instituto Brasileiro de Qualidade e Produtividade (IBQP), em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV). Foram entrevistadas 10 mil pessoas de 18 a 64 anos, de todas as regiões, e 85 especialistas em empreendedorismo. Entre os ouvidos pela GEM estão desde pessoas que estão se preparando para iniciar um empreendimento até os que já estão estabelecidos no mercado.

exame.com

Viber chega ao Brasil para provar que é melhor que WhatsApp

App Viber em diversos smartphonesO Viber, aplicativo de mensagens instantâneas para celular, estabeleceu seu escritório no Brasil com o seguinte objetivo: provar que é melhor que o WhatsApp, seu maior concorrente no país.
“Temos tudo o que o concorrente tem, com a diferença de que seremos gratuitos para sempre e temos um serviço de ligação gratuita melhor do que qualquer outro”, afirmou em entrevista à EXAME.com Luiz Felipe Barros, presidente executivo da Viber para o Brasil.
Para ele, não será necessário destruir a concorrência. “Ambos os aplicativos são úteis à sua maneira, um não precisa excluir o outro”, disse.
A companhia, que foi criada em Israel, está fisicamente presente em países como a Índia, a Bielorrússia, Chipre e Vietnã. “Não estamos focando em nenhum país tradicionalmente voltado para a internet porque, nesses outros mercados, temos liberdade maior para crescer”, disse Barros.
O Brasil entrou na lista de investimentos por alguns motivos óbvios: tem uma das maiores populações do planeta, possui um dos povos que mais acessa internet no mundo e seu mercado de smartphones só cresce.
Outra razão é um pouco menos óbvia: o mercado brasileiro para o Viber se instalou praticamente sozinho. “Sem nenhum tipo de investimento da nossa parte, o Viber passou de 10.000 usuários no Brasil em 2010, quando surgiu, para 700.000 neste ano”, afirmou Barros. “Imagine o que poderemos fazer com uma ação focada para o país?”.
Nos próximos meses, a Inglaterra deverá receber seu primeiro escritório do Viber, e mais tarde talvez a França também o faça. Mas o foco da empresa continuará a ser os emergentes. “Vamos fazer muito barulho por aqui nos próximos meses, aguardem”, constatou Luiz Felipe, sem dar nenhuma pista do que esperar.
Só foi possível deduzir que o investimento não será em publicidade direta. “Alguma rede social se tornou líder de mercado com propaganda?”.

exame.com

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Telecom Itália e Vivendi cogitam fusão de TIM e GVT

Consumidor aguarda atendimento em uma loja da TIM, a unidade de telefones móveis da Telecom Italia, em MilãoO grupo francês Vivendi começa a aparecer como uma alternativa para o futuro da Telecom Itália no Brasil. Nas últimas semanas, um alto executivo do grupo italiano teve uma conversa preliminar com a direção da companhia francesa sobre uma eventual fusão das subsidiárias brasileiras GVT e TIM Brasil, de acordo com uma fonte envolvida com o tema.
No intrincado tabuleiro de acionistas da Telecom Itália, uma fusão teria apoio especialmente dos minoritários, que lutam para reduzir o poder da espanhola Telefônica no grupo italiano.
Dona da Vivo no Brasil, a Telefônica fez acordo no ano passado para aumentar ainda mais sua participação na Telco, holding que controla a Telecom Itália. Mas a ideia não agradou ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), que viu na medida uma concentração de mercado no País.
Por isso, a aproximação com a GVT é encarada pelos executivos da empresa italiana como a costura de “uma alternativa” para o futuro da TIM Brasil. Os franceses, segundo a mesma fonte, teriam recebido bem a ideia de fusão. Para eles, a associação também valeria como um “plano B” para o grupo Vivendi, que passou por tentativas frustradas de vender a GVT no passado.
Havia a expectativa de que a norte-americana DirecTV pudesse adquirir a empresa sediada no Paraná. Mas o negócio esbarrou no elevado preço pedido pelos franceses. Procuradas, Vivendi e Tim Brasil afirmaram que não comentam o assunto.
Defensores da proposta argumentam que o negócio daria grande sinergia às duas empresas e ofereceria perspectivas animadoras à TIM Brasil, segunda maior operadora do Brasil, mas que tem sofrido com a falta de capacidade financeira da controladora.
“Poderia ser criada uma concorrente de verdade para a NET”, diz a fonte, ao comentar que a TIM já tem grande carteira de clientes e a GVT já opera moderna rede e conteúdo de televisão por assinatura.
Para o especialista em telecomunicações Guilherme Ieno, do ponto de vista estratégico, a fusão faria sentido. “A TIM não é forte no fixo local. Agregar a GVT ao fixo significaria aumentar bem a presença nesse mercado.”
Além disso, segundo Ieno, a fusão representaria uma oportunidade para a GVT entrar em telefonia móvel. E a união das operações de internet também seria interessante para ambas.
Obstáculo
A Telecom Itália e a Vivendi contam atualmente com elevado endividamento e baixíssima capacidade financeira para alavancar novos negócios. Ou seja, uma eventual fusão da TIM Brasil com a GVT criaria uma empresa maior, mas sem capacidade de investir - característica vital para o competitivo setor de telecomunicações.
A falta de dinheiro, inclusive, foi a razão que atraiu a Telefônica para o capital da Telecom Itália. Quando os espanhóis ingressaram na dona da TIM Brasil, a intenção era oferecer um suporte financeiro à companhia. Dentro do grupo, a espanhola aumentou sua participação até o Cade determinar que a Telefônica venda suas ações em uma das duas operadoras.
Diante da posição do órgão antitruste e da influência crescente da Telefônica na Telecom Itália, circularam rumores de que a TIM poderia ser fatiada, em partes iguais, e vendida para a Vivo, Claro e Oi.
A operação agradaria sobretudo aos espanhóis, que consolidariam a liderança da Vivo no Brasil. Agora, com o plano alternativo, minoritários ganharam um importante argumento contra a suposta ideia de venda da operadora. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

 exame.com

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Descubra se você é um viciado em café

Infográfico: descubra se você é um viciado em caféCafé, ah... Só de ler essa palavra você já pode sentir o cheiro do café, o gosto dele, aliás, já está com vontade de tomar um antes de começar a ler esse texto. Controle-se por um momento e pense: será que você não está viciado em café? Será que seus parentes e amigos estão certos? Quer descobrir? Veja os 10 sinais a seguir:


Infográfico: descubra se você é um viciado em café

1 – Seu dia não começa sem que você tome um bom café

Você pode comer bolachas, tomar chás, água ou o que for, mas sente que o seu dia não começa e que você não acorda enquanto não toma um bom café.  

2 – Ficar sem café é um verdadeiro pesadelo para você

Mentalize a seguinte cena: você está entrando na sua cozinha depois de um cansativo dia de trabalho, abre o armário e... não encontra o seu café. Não sobrou nada do dia anterior e você não viu que o seu estoque estava vazio. Esse é o retrato do seu maior pesadelo? Talvez seja a hora de começar a se preocupar com o seu vício em café.  

3 – Os atendentes da sua cafeteria favorita já sabem o seu nome

Você chega à sua cafeteria favorita e antes mesmo de falar qualquer coisa os atendentes já olham para você e o cumprimentam dizendo o seu nome? Com quantas pessoas você acha que isso acontece? Realmente, com poucas. Ainda assim você não se acha viciado em café? Talvez você devesse ler o próximo item...  

4 – Na verdade, os atendentes da cafeteria do seu trabalho também já te conhecem

Porque, para você, tomar café apenas em casa não é bastante e se existisse um cartão fidelidade para cafeterias você com certeza já seria o cliente VIP delas.  

5 – Você tem um café favorito e não o troca por nenhum outro

Você não consegue entender como as pessoas conseguem trocar de marca ou estilo de café como se trocassem de roupas. Para você, o café é mais do que uma bebida: é um estilo de vida, único e inigualável, que você não troca por nenhum outro.  

6 – Sobremesa? Não, eu tenho café!

Trocar um café por uma sobremesa? Jamais, isso seria um crime para você! A não ser, é claro, que a sobremesa em questão fosse um bolo de café, ou um sorvete sabor café...  

7 – Você tem milhares de cupons cumulativos

Sua cafeteria favorita costuma fazer promoções do tipo “junte 5 cupons e troque pela sua bebida favorita” para fidelizar clientes, mas, no seu caso, isso não é necessário. Na verdade, você já é um cliente fiel, e toma tanto café que acaba juntando os 5 cupons necessários em apenas 2 dias.  

8 – A coisa mais valiosa da sua casa é a sua maquina de café

Cofres? Carros? Artigos eletrônicos? Nada disso é tão importante e valioso na sua casa quanto a máquina de café que está na cozinha, e você realmente acredita que ela foi a melhor compra da sua vida.  

9 – Você jura que vai parar de tomar café

Dói, mas você faz isso: em momentos de alto estresse, crises de gastrite e tensão sem motivos aparentes, você costuma fazer promessas do tipo “vou tomar menos café” ou “o café está começando a me prejudicar, tenho que cortar o hábito”. Mas eis que esses momentos passam, você fica feliz e saudável de novo e... Toma um café para comemorar.  

10 – Você ainda não acha que é viciado em café

Você leu essa matéria, se identificou com todos os itens e agora, refletindo melhor percebe que... Não, você não é viciado em café. Acha que isso é um exagero da Universia Brasil, afinal, você sabe que é só uma pessoa que gosta de tomar café, nada mais. E, aliás, já está pensando em comentar que “café demais” é uma expressão sem sentido, afinal, café nunca é demais.  
 

Fonte: Universia Brasil
Autor: Ana Paula Sanches (texto) e Gabriela Costa (infográfico)

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Starbucks mira no Brasil e garante: há planos de expansão

Clientes tomando bebidas do Starbucks em frente a uma cafeteria da companhia em Miami, FlóridaCom mais de 19.000 lojas espalhadas em 50 países, a Starbucks é uma das maiores redes de cafeteria do mundo. Ao desembarcar no país, em dezembro de 2006, a companhia focou no eixo Rio-São Paulo para cativar o público e consolidar a marca. Agora, sete anos depois, os planos são outros.
Com intenção de expandir para outras regiões do Brasil, a empresa de Seattle está migrando para o interior dos dois estados onde já atua. Cidades como Jundiaí, Campinas, Sorocaba, no interior paulista, e Niterói, no Rio, já contam com lojas e bom ritmo de vendas.

Em entrevista a EXAME.com, Renato Grego, gerente de marketing da Starbucks Brasil, explica quais são os planos da empresa americana no país e como eles pretendem levar a cafeteria para outros estados brasileiros.

EXAME.com: A Starbucks foi inaugurada em 1971 e apenas em 2006 veio para o Brasil. Por que demoraram tanto tempo?
Renato Grego: A princípio a companhia estava se consolidando nos Estados Unidos e, posteriormente, em outros países. Conforme a empresa foi crescendo e se consolidando, passou a ser apta para acessar outros mercados. Além disso, estudamos muito onde iremos atuar. Chegamos ao Brasil em dezembro de 2006, em São Paulo, e inauguramos modelos de lojas compatíveis com o consumidor brasileiro.

EXAME.com: Houve adaptação do cardápio para o mercado brasileiro?
Renato Grego: Sim. Antes das lojas brasileiras serem abertas elas já contavam com portfólio local. Desenvolvemos receitas exclusivas para o Brasil, que posteriormente foram levadas para outros países, como é o caso do pão de queijo, um dos itens mais vendidos. Também há a linha de sanduíches, brigadeiros, panetones e ovos de páscoa.

EXAME.com: Em 2013, a meta da companhia foi inaugurar 20 lojas no país. Para 2014, quantas lojas são previstas?
Renato Grego: Ainda não conseguimos passar um número exato, mas posso antecipar que sempre abrimos mais lojas do que no ano anterior. Em 2012 inauguramos 20 lojas, em 2013 estamos com meta para 30 e no ano fiscal de 2014, provavelmente, serão mais de 30 unidades.

EXAME.com: Vocês têm planos de ir para além do eixo Rio-São Paulo?
Renato Grego: Assim como qualquer grande empresa, temos interesse em expandir cada vez mais, não só para outras regiões, mas também por meio de novos canais de vendas. O Brasil hoje é uma das prioridades da Starbucks global. Atualmente estamos presentes em shoppings, lojas de rua e no aeroporto de Guarulhos, além de empresas e universidades.

EXAME.com: Há previsão de quando outros estados terão Starbucks?
Renato Grego: Até o momento não há uma data prevista, iremos consolidar a marca em outras cidades do Rio e de São Paulo para depois expandirmos para outros estados.

EXAME.com: Qual é a estratégia de negócio da empresa para expandir a marca no país?
Renato Grego: O brasileiro já é muito apaixonado por café. O nosso grande diferencial é que construímos a loja como o terceiro lugar mais frequentado pelo cliente: o primeiro lugar é a casa, depois o trabalho e o terceiro local é a Starbucks. Queremos que o consumidor se sinta em casa. Temos bebidas para agradar as pessoas em cada momento do dia, seja com café da manhã, da tarde ou da noite.

EXAME.com: Quais as perspectivas para 2014?
Renato Grego: Buscamos parcerias e mais negócios, porque queremos expandir a médio prazo. A marca está tomando um peso relevante, então estamos em busca de locais que sejam ideais para nós.
 
 exame.com

sábado, 1 de fevereiro de 2014

5 dicas de sucesso do estagiário que virou presidente da IBM

Rodrigo Kede, presidente da IBM no BrasilDesde 2012 a IBM no Brasil conta com o presidente mais jovem da sua história. Mas isso não significa que Rodrigo Kede, de 40 anos, não tenha trilhado um longo caminho na empresa até chegar ao mais alto posto da companhia.
Graduado em engenharia mecânica pela PUC-Rio, ele entrou na IBM quando ainda estava na faculdade. “Comecei como estagiário em 1993”, contou a internautas esta semana, durante o bate papo online Na Prática, organizado pela Fundação Estudar.
Ou seja, foram mais de 20 anos de experiência de trabalho na IBM e, por isso mesmo, fica mais surpreso com sua pouca idade para um cargo tão importante quem é de fora. “Aqui na IBM, as pessoas foram me conhecendo e acabou sendo natural”, diz ele que aos 33 anos já era CFO da empresa.
Mas não foi só o tempo de casa que o levou ao topo, é claro. Aliás, ele conta que esse nunca nem foi o seu objetivo maior de carreira.“Todo mundo quer crescer, ganhar dinheiro, mas, logo que me formei, minha cabeça era muito mais focada em desenvolvimento do que o pensamento de chegar nesse cargo ou naquela função”, diz.
E, por isso que deu certo, na opinião dele. Confira quais as regras que ele seguiu ao longo da sua carreira de sucesso e que podem servir como inspiração para muitos outros profissionais:
1 Sair sempre da zona de conforto
Acomodação, conforto e crescimento definitivamente não andam juntos, afirma Kede. “Tem que sempre estar fora da sua zona de conforto para crescer e progredir”, diz.
As etapas da sua trajetória confirmam que ele sempre seguiu esta regra. Pela IBM, trabalhou nos Estados Unidos, comandou divisão na América Latina, trabalhou com as regionais da Ásia, passou pelas áreas financeira, de operações e de negócios.
“Uma companhia que fatura 100 bilhões de dólares ao ano, tem 400 mil funcionários em 170 países dá essa chance de quase trabalhar em outra empresa estando na mesma”, diz.
2 Conectar-se com as pessoas dentro da empresa
As temporadas internacionais de trabalho pela IBM foram fundamentais para o sucesso, segundo Kede. E o networking é parte importante nesse processo. Por meio dele, as pessoas passaram a conhecer o seu trabalho e a confiar nele também.
“Além de conhecer outra cultura e trabalhar com coisas diferentes, tive a chance de me conectar com pessoas da companhia e isso me abriu várias portas e acelerou minha carreira”, conta.
3 Recursar-se a aceitar frases como: “isso não dá pra fazer”, “é muito complicado” , “ninguém nunca fez”
Sua filosofia de carreira sempre foi a de correr atrás das coisas. “Acredito plenamente que para ter uma carreira de sucesso é preciso sempre não aceitar o inevitável. Não consigo aceitar situações e pessoas dizendo que não dá pra fazer, que é muito complicado, que ninguém nunca fez”, conta.
4 Identificar-se com valores e pessoas dentro da empresa
A trilha de sucesso na IBM também relacionada à identificação com pessoas e com o propósito da companhia, segundo Kede. Foi isso que o motivou a continuar trabalhando e a recusar um sem-número de propostas de outras empresas.
“Fiquei na IBM porque gostava muito das pessoas. Gosto do propósito que é ligado ao desenvolvimento da sociedade”, diz.
5 Errar, aprender e corrigir
Impossível só acertar. Mesmo a mais bem sucedida carreira coleciona alguns tropeços. “Tem dia que volto para casa e penso que devia ter feito algo diferente.”, diz Kede. De acordo com ele isso é normal. “Você erra, aprende e corrige”, explica.

exame.com