sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Crianças: estimular criatividade na infância ajuda na escolha da carreira

A infância é um período de desenvolvimento físico, mental e psicológico. Estar presente nesse processo e atuar de forma ativa é a grande recomendação de especialistas para os pais. Pensando no futuro das crianças e, principalmente, naquele período em que suas escolhas vão determinar o rumo de suas vidas, os pais devem fazer com que seus filhos se envolvam, o quanto antes, com atividades que estimulam a criatividade.

Na prática, certas atividades estimulam a criação, ou seja, aumentam a capacidade criativa dos jovens. Em um processo criativo, consequentemente, a criança tem de saber justificar suas escolhas, ou seja, por que optou por fazer algo de uma forma ou de outra. Essa habilidade, de saber escolher, é justamente a que vai permitir que a criança cresça tornando-se um indivíduo mais autônomo e independente, capaz de fazer escolhas conscientes.

A pedagoga Maria Ângela Barbato Carneiro, da Faculdade de Educação da PUC-SP (Pontifícia Universidade Católica), explica que as atividades que permitem a criação são interessantes, pois o jovem desenvolve algo a partir dos seus próprios interesses e com capacidade de justificar suas escolhas. Se a criança tem a possibilidade de optar por fazer algo da forma que preferir, ela também é capaz de justificar suas opções.

Tudo está ligado ao processo de escolhas, que nada mais é do que um procedimento de reflexão. Esse ponto vai ser importante quando chegar a época de decidir por uma carreira ou outra, e os jovens, mais independentes, vão conseguir ser mais assertivos.

Observe algumas atividades que estimulam o processo criativo:

- Cursos de artes;
- Artesanato;
- Fotografia;
- Teatro;
- Aeromodelismo;
- Materiais tecnológicos (criação de sites e blogs);
- Marcenaria (trabalhos com diferentes materiais).

Observe seu filho
Apesar de ser interessante e recomendado que os pais estimulem os filhos a desenvolver algum tipo de atividade que trabalhe com o processo criativo, alguns cuidados são importantes. Antes de mais nada, a criança precisa sentir prazer fazendo aquilo. “Se ela gosta, mas se sente obrigada a fazer aquilo todos os dias, não será produtivo”, avalia a pedagoga.

Além disso, os pais precisam observar os gostos, as aptidões e os interesses dos filhos. Não se deve selecionar uma atividade e simplesmente matricular a criança no curso. É preciso entender se é isso mesmo que ela quer e gosta de fazer. “Tem que sondar a habilidade e se ver se ela está disposta a fazer”, orienta Maria Ângela.

Por fim, dê opções. Permitir e estimular que os filhos aprendam a fazer escolhas por si só sempre é o mais indicado, mas sempre levando em conta a capacidade e a idade da criança para fazer essa ou aquela opção. Portanto, inclusive nesse momento, a sugestão é apresentar as atividades que seu filho pode fazer e permitir que ele mesmo escolha

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

15 frases marcantes de Ram Charan

O indiano Ram Charan é uma das autoridades mundiais quando se fala em management e execução eficaz. Ele já foi coaching de dezenas de executivos em todo o mundo (incluindo Jack Welch), é professor da Harvard Business School e autor de 13 best-sellers.
Na ExpoManagement, Charan não poupou frases de efeito e ensinamentos para uma platéia de 5.000 executivos e administradores. Veja algumas das frases do consultor que marcaram a sua palestra.

Execução

"Não basta que você seja inteligente, pense mais e seja criativo. Tudo isso é importante, você precisa disso, mas deve converter tudo em ação. Isso vai fazer você se tornar um profissional bem sucedido".
"Selecione as ideias e execute-as. 80% das ideias estão na execução".
"Execução é uma disciplina. Nenhum atleta jamais teve sucesso sem disciplina e treino".
"Quando você treina, desenvolve hábitos que se tornam instintivos".
"Defina três ou quatro prioridades dominantes que ajudarão atingir a sua visão e sua estratégia".
"Quando se tem muitas empresas maravilhosas na execução, elas criam uma reputação para o próprio país".

Visão Macro

"Ligue as pessoas, as estratégias e o seu orçamento."
"Amplie sua visão. Não apenas lendo os livros, mas olhando as óticas dos outros. Selecione pessoas chaves, olhe para o horizonte, cristalize suas tendências".
"Ache as causas de por que o desempenho é bom e por que o desempenho não é bom".
"Qualquer que seja sua estratégia, qualquer quer seja seu negócio, comece de traz para frente. Comece pelo consumidor".
"Quando eu começo algo, eu tenho que treinar, treinar e treinar".

Pessoas

"O seu maior multiplicador é ter a pessoa certa no lugar certo".
"Para convocar um jogador é preciso que ele seja muito bom, mas também é preciso que ele saiba jogar em equipe".
"Quando você avalia o desempenho profissional, procure as causas. Reconheça e recompense aqueles que dão resultados".
"Sempre trate as pessoas de forma gentil".

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quarta-feira, 9 de novembro de 2011

A cidade do futuro é sustentável, afirma Jaime Lerner

Seja em uma pequena empresa, seja numa grande metrópole como São Paulo, planejar é sempre algo indispensável. E, para Jaime Lerner – arquiteto, urbanista e ex-prefeito de Curitiba – essa é uma bandeira que deve ser carregada por empresários e administradores públicos, para que o mundo se torne mais sustentável.

Apresentando a cidade que governou por duas vezes como um exemplo do que significa sustentabilidade (Curitiba é referência internacional em planejamento urbano e apontada como a que oferece melhor qualidade de vida no Brasil), Lerner afirmou em sua palestra na HSM ExpoManagement 2011 que o caminhou mais acertado para um futuro sustentável é a integração entre o verde e o concreto, por meio de políticas públicas acertadas.

"Planejamento de cidades toma tempo, mas nós temos que fazer. E aí, quando vamos vendo resultados importantes com ações simples e pontuais, nos motivamos a continuar o trabalho", afirma Lerner.

O arquiteto destaca, entretanto, que as ações pontuais não devem ser interpretadas como medidas imediatistas. Para ele, tudo deve ser planejado, e bem planejado. Só que isso não deve significar tornar morosa qualquer ação. "É importante que a gente dê celeridade aos processos, fugindo da burocracia. É importante, uma vez tomada a decisão política, agir rápido, sob o risco de sermos barrados pelo medo de colocar novas ideias em prática", afirma.

curitiba
"Planejamento de cidades toma tempo, mas nós temos que fazer. E aí, quando vamos vendo resultados importantes com ações simples e pontuais, nos motivamos a continuar o trabalho", afirma Lerner (imagem: Cristina Valencia/Flickr)



Sistemas de mobilidade eficientes
Sem dúvida o maior destaque do plano urbano de Curitiba, sua estrutura para transporte e deslocamento foi citada reiteradas vezes por Jaime Lerner, para quem "cidades sustentáveis são cidades com bons sistemas de mobilidade".

Chamando atenção para o caso de São Paulo, que sofre diariamente com quilômetros de engarrafamento e tem buscado diversificar seu sistema com – por exemplo – a ampliação das suas linhas de metrô, Lerner disse que simplesmente condenar o uso de carros e ampliar o transporte coletivo não garante que a mobilidade vai ser mais eficiente. "O sistema ideal é o que você leva menos de um minuto esperando. E uma linha de metrô, por exemplo, não vai passar na porta da sua casa", afirma.

A integração de diferentes modelos de transporte e locomoção é a saída para o caos das grandes cidades, acredita Lerner, de modo que atendam a três requisitos básicos: rapidez, capacidade e frequência.

Nesse contexto, o sistema empregador (empresas e Estado) também deve dar sua contribuição, explica o urbanista. "Direcionar seus negócios a locais de fácil mobilidade" é uma atitude sustentável, afirma Lerner, para quem "sustentabilidade é a relação entre o que você desperdiça e o que você poupa".

"Tem banco que acha que é sustentável só por que imprime cheque em papel reciclado. Será que é só isso mesmo?", questiona Lerner.

Ideias

Depois da teoria, vem a prática. E Jaime Lerner tem tudo isso na manga. Responsável por projetos ambiciosos e, ao mesmo tempo, bastante plausíveis (conforme ele mesmo garante) ao redor do mundo, o arquiteto apresentou várias ideias que poderiam resolver parte dos problemas das grandes cidades brasileiras.

Um dos seus conceitos é o de cidade sem periferia. Aqui, a ideia é integrar o máximo de pontos possíveis através de um sistema de mobilidade integrado, através do qual todas as distâncias seriam reduzidas e o deslocamento de uma ponta à outra mais distante seria feito em um tempo inimaginável hoje. Na composição desse modelo, você pode incluir aí metrô, ônibus, vans, bicicletas, mini-carros elétricos, suas pernas e até o seu carro, normalmente condenado por quem idealiza sistemas de mobilidade ideais.

Para São Paulo, o urbanista propõe uma grande teia que reuniria trilhos de metrô, carris elétricos, ciclovias e espaços agradáveis e movimentados para pedestres, fator que para ele é fundamental. "Os espaços para pedestres não podem ser isolados", destaca.

Por fim, o Lerner político ainda criticou a construção das arenas da Copa, e foi enfático: "o problema do Brasil não são estádios, é mobilidade urbana. Tem aqui em São Paulo o Morumbi, e não vão utilizar por conta do trânsito?", questiona o ex-prefeito de Curitiba. 

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terça-feira, 8 de novembro de 2011

O manual de Guy Kawasaki para ser um empreendedor bem sucedido

Quando o assunto é empreendedorismo, Guy Kawasaki fala sobre o assunto com conhecimento de causa. Há 30 anos na ativa, ele é um dos mais conhecidos empresários do Vale do Silício, na Califórnia, e participou de diversas stand-ups. O americano, com ascendência asiática, iniciou sua carreira vendendo jóias, passou por várias empresas de tecnologia (inclusive sendo o evangelista-chefe da Apple nos primeiros anos da empresa), é consultor em centenas de empresas e autor de nove best-sellers.

Em sua apresentação na ExpoManagement 2011, realizada em São Paulo, Guy Kawasaki falou mais detalhes de como conseguir encantar clientes e o que realmente é necessário para transformar ideias em ação em 10 passos.

1 - Você deve criar significado no mundoPara Guy, as empresas que visam somente o lucro financeiro são aquelas que fracassam. Portanto, o rumo das empresas de sucesso deve ser acompanhado de algum significado; tais companhias devem realmente querer fazer a diferença no mundo. Só assim é possível convencer as pessoas a comprarem algo e que elas continuem comprando.

2 - Ter um mantra"O mantra deve ser o guia que mostra os principais objetivos que a empresa pretende seguir. Mas não estou falando das missões das empresas, que geralmente são muito longas e os funcionários logo esquecem. O ideal é que sejam no máximo três palavrinhas; algo que vá direto ao ponto e mostre o verdadeiro sentido da empresa existir", declara Guy Kawasaki.

E o empreendedor mostra alguns exemplos: "a Nike oferece um 'desempenho atlético autêntico'; a FedEx promete 'paz de espírito' e a Ebay quer 'democratizar o comércio'. Portanto, para que todos, dentro e fora da empresa, estejam unidos em torno do mesmo propósito é necessário identificar a razão de ser da empresa e de que maneira ela atende às pessoas.


Guy Kawasaki
Guy | "Não se preocupe em produzir um produto perfeito. Isto não significa fazer um produto ruim, e sim que a inovação poderá conter elementos não muito bons"


3 - Pule as curvasPular as curvas, resumidamente, é ficar na busca para reinventar um mercado; fazer algo totalmente diferente. O empresário disse que nos tempos anteriores à refrigeração, a indústria do gelo era formada por gente que ia para as regiões de clima frio usando cavalos, trenós e serras para 'colher' o gelo durante os meses de inverno. Depois veio a era do 'Gelo 2.0' — surgiram fábricas que produziam gelo em qualquer lugar. Por fim, chegou-se à era do 'Gelo 3.0', com a geladeira caseira. "A verdadeira inovação aparece sempre que pulamos as curvas, e não quando nos esforçamos para melhorar 10% ou 15% de algo", destaca.

4 – Produtos únicosUm dos passos fundamentais para encantar consumidores é possuir, antes de tudo, um excelente produto. Há basicamente alguns elementos fundamentais para o produto dar certo, segundo o Guy.

Ser inteligente – o produto deve trazer soluções para um problema. A Ford criou, por exemplo, o MyKey. Ele permite que seja programada a velocidade máxima que o carro pode alcançar. "Imagine se você comprou um Mustang e teve que emprestar o carro para seu filho adolescente. Você pode programá-lo para que o carro não pudesse ir a mais de 60 quilômetros por hora. Acho que essa é uma ideia realmente brilhante", vibra Guy.

Ser completo - grandes produtos têm uma totalidade da experiência, o que seria uma série de melhorias, suporte técnico, ou seja, todas as coisas boas. "Não é só um produto, é a totalidade da experiência" afirma.

Elegância – trata-se da interface e designer de um produto. "É aí que a Apple realmente brilha", confessa.

5 - "Don't worry, be crappy"Guy explica que não devemos ter medo de lançar um produto inovador, mesmo se ele não estiver pronto. Ele relembra que os primeiros micros apresentados pela Apple não tinham dezenas de funções, mas ainda sim eram revolucionários. "Não se preocupe em produzir um produto perfeito. Isto não significa fazer um produto ruim, e sim que a inovação poderá conter elementos não muito bons. [...]. No Vale do Silício é assim, a gente produz, vende e só depois testa", confessa.

6. Deixe 100 flores desfloraremParafraseando Mao, Kawasaki disse que não sabemos onde vai surgir uma flor. Devemos simplesmente permitir que ela brote. Ele explica que as inovações poderão atrair clientes inesperados e não necessariamente aqueles esperados.

Ele explica que nesse momento as empresas se deparam com duas situações: perguntar para alguns porque não compraram o produto ou perguntar aos outros porque elas estão comprando.

E, para ele, a segunda opção é o melhor caminho. "É muito melhor satisfazer as pessoas que já gostam do que tentar convencer aquelas que não compraram". E o motivo é simples: "é melhor dar razão para as pessoas gostarem mais ainda de seu produto. [...]. Quem não comprou continuará inventando desculpas para não comprar o produto", afirma o empreendedor.

7. Polarizar as pessoasNão tenha medo de polarizar as pessoas, pois nenhum produto serve para todos os tipos de consumidores, de todas as idades, de culturas diferentes, de diferentes classes sociais. "As empresas sempre querem criar o produto perfeito para todo mundo, e, inevitavelmente, vão cair na mediocridade".

8 - Negação"Ser um empreendedor significa viver em negação, pois a maiorias das pessoas acharão suas ideias absurdas. Não dê ouvidos a elas.", diz Guy. Para o empreendedor, as pessoas inovadoras devem ignorar o conselho dos consumidores e das pessoas que dizem para não inovar. Somente depois de lançar o produto, quando ele chega às mãos do consumidor, é hora de começar a ouvir as pessoas para melhorá-lo.

9 - Siga a Regra 10/20/30Guy Kawasaki relata que é importantíssimo ter uma boa apresentação do seu produto, serviço ou palestra. E ele segue sua regra 10/20/30. Ou seja, utilizar até 10 slides, restringir a fala em 20 minutos de apresentação e colocar o tamanho da fonte com o mínimo de 30 pontos. Ele ainda indica que é preciso customizar a introdução da apresentação dependendo do público para o qual você falará.

10 - Não deixe os "idiotas" desmotivarem você"Se o palhaço em questão for apenas uma pessoa medíocre, não há problemas. Mas se for alguém rico e famoso, as coisas podem se complicar, pois as pessoas tendem a presumir que se esse alguém se tornou rico e/ou famoso foi por causa de sua inteligência. Nunca pensam que apenas tiveram sorte na vida". No entanto, ele admitiu que bancou o idiota uma vez. Em meados dos anos 90, foi chamado para uma entrevista no Yahoo para o cargo de CEO. Não foi. Ele achava que a Internet era só mais uma atividade para o modem do computador. Achar as coisas na Web tinha um valor limitado, na sua opinião. "Pelos meus cálculos, essa decisão me custou US$ 2 bilhões".

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segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Os 3 principais inimigos no gerenciamento de tempo e produtividade pessoal

Primeiro inimigo: Abraçar o Mundo

Uma coisa é certa, por melhor e mais bem intencionado que você seja, você não conseguirá fazer além de sua capacidade. Todos tem um limite e pegar mais coisas do que se da conta é a receita certa para o fracasso. Se você tem uma equipe de 10 pessoas e ela já esta no limite, não adianta pegar mais um projeto para agradar a diretoria, você conseguirá o efeito inverso pois se não aumentar a capacidade de sua equipe, o projeto certamente naufragará, e o responsável será você.
Um dos motivos para a necessidade de aumento da produtividade é quando se coloca tarefas que excedam sua capacidade, mas há um limite – como aquela história de 9 mulheres para fazer um filho em um mês.
Nesta hora, o mais importante é saber dizer não ao invés de aceitar tarefas que não agregam valor aos objetivos da empresa ou atrapalham o desempenho de outras mais importantes ou urgentes.
Vale lembrar que quando se tenta ir além de sua capacidade, consegue-se êxito no começo, todavia, logo inicia-se o período de insucesso (mais atividades do que se da conta) e isto resulta em cansaço, irritação e frustração.

Segundo inimigo: Não delegar atividades

Delegar é transferir a execução de alguma tarefa para outra pessoa. Mas, vale lembrar que a responsabilidade ainda é sua.
Saber delegar é uma habilidade importantíssima que os grandes líderes fazem com maestria. A comunicação é essencial, e alguns pontos de atenção são:
  • Quem delega deve ter consciência de que a responsabilidade ainda é dele.
  • Quem recebe a delegação deve garantir que entendeu o que deve ser feito
  • Quem recebe a delegação deve entender que compartilha a responsabilidade
  • Quem recebe a delegação também deve receber o poder e autoridade para para tomar as ações necessárias para executá-la.
  • Delega-se atividades a pessoas com capacidade para executa-las.
Um problema que acontece frequentemente é a delegação parcial, nestes casos você não delegou nada e acabou retendo para si a tarefa.

Terceiro inimigo: Ser o faz tudo.

Aqui temos um ponto de reflexão: Até onde é bom conhecer um pouco de tudo e não ser especialista em nada?
Para a área de TI constantemente deparamos com aquela pessoa que diz que conhece .net, conhece java, conhece asp e quando você pede para fazer um programinha simples de CRUD ele não consegue.
Não há nada errado em conhecer um pouco de tudo, pelo contrário, isso é bom, todavia, deve-se especializar em alguma coisa, ter domínio real de algum assunto.
Vamos a um exemplo: O que é mais importante para um gerente de projetos? 3 anos de experiência com gestão ou 8 anos de experiência com Java?
Assim, se você é o gerente do projeto conhece Java e tem uma tarefa em Java, passe para um programador Java pois além de não ser sua função, ele a realizará com mais qualidade e rapidez.
Enfim, conhecendo e tratando estes 3 inimigos, você e sua equipe serão mais produtivos.

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domingo, 6 de novembro de 2011

16 atitudes que irão aumentar sua produtividade

  1. A maneira mais eficaz de se livrar de uma tarefa é deletá-la. Se não precisa ser feita, não faça.
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  2. Sem um foco claro, é fácil se distrair. Defina as metas do dia de amanhã HOJE. Decida o que fazer, e então faça!
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  3. Para vencer a procrastinação, faça o que te incomoda na parte da manhã, não deixe para o final de tarde, você acaba não fazendo.
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  4. Identifique os momentos que você tem todo o gás do mundo para trabalhar, e agende as tarefas mais importantes para esses momentos.
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  5. Reserve blocos de tempo ininterruptos para trabalho solo onde você precisa se concentrar. Não venha com desculpas, dá para fazer!
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  6. Quando começar uma tarefa, defina um objetivo, não levante da cadeira enquanto não alcança-lo. Exemplo, escrever 20 linhas.
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  7. Defina períodos fixos de tempo para trabalhar, tipo 30 minutos para escrever o texto X. Quando você define um tempo, você cumpre.
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  8. Acorde mais cedo para fazer o que é mais importante para você. Você consegue fazer + antes das 8 do que a galera o dia inteiro.
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  9. Seja pró-ativo com a Velocidade. Ande mais rápido, fale mais rápido, digite mais rápido, vá mais cedo para casa.
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  10. Deixe CLARO para aqueles que vão se encontrar com você qual será a agenda dos encontros com você.
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  11. Acabe com a procrastinação ao agir imediatamente a determinação do objetivo.
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  12. Uma vez que você tenha a informação que você precisa para tomar a decisão, conte 60 segundos, e tome a decisão.
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  13. Comprometa-se publicamente com as suas metas, as pessoas vão te ajudar (cobrando) a cumprir as suas promessas.
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  14. Dê a você mesmo prêmios por atingimento de metas. Vá ver um filme, ler um livro, fazer uma massagem, pegar uma praia.
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  15. No final do dia, identifique a 1a coisa que você vai fazer amanhã, e deixe tudo pronto para começar imediatamente no dia seguinte.
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  16. Identifique um novo hábito que deseja ter, e comprometa-se a fazer a mesma coisa durante 30 dias seguidos.
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    sábado, 5 de novembro de 2011

    O que podemos aprender com a crise na Grécia

    Um assunto que dominou os noticiários nas últimas semanas foi a crise econômica de alguns países europeus, em especial a Grécia. O pequeno país, famoso por sua mitologia, causou um grande desconforto na economia mundial.

    Em suma, a Grécia na última década gastou bem mais do que podia, pedia cada vez mais dinheiro emprestado, gastos públicos nas alturas, e assim ia crescendo o tumor da sua dívida. Até que um dia, os "deuses" da economia mundial lançaram a sua "fúria", que foi a crise de 2008, que secou os rios dos empréstimos mundiais e deixou a Grécia em uma situação delicada.

    Mas, em uma "biópsia" mais delicada, viram que o tumor da dívida se alastrou para outros países, como a Irlanda e Portugal. Se a Grécia não pagasse a conta, outros países levantariam a mesma bandeira do "devo não nego..." Isso aumentaria o custo do crédito para os países da União Européia, e aí o pânico estaria instalado.

    A solução encontrada foi o perdão de parte da dívida, e quem sabe com essas medidas, acalmar um pouco a fúria dos deuses. Mas, como estamos falando de finanças pessoas, se você gastar demais, será que algum herói da mitologia grega virá em seu auxílio?

    Países em dificuldades financeiras têm as mesmas tarefas que todos nós, meros mortais, com nossas finanças pessoais: temos que controlar as contas, fazer bons investimentos e saber puxar o freio de mão nos empréstimos. Se 50% da população gasta mais do que deve, pega dinheiro emprestado e não paga, o empréstimo fica mais caro. E isso, infelizmente, afeta 100% da população. A única diferença é que se um país quebrar, tem várias maneiras de pedir socorro financeiro, como a Grécia, que teve 50% de sua dívida perdoada (será que é por isso que abusam?).

    Agora, se é um brasileiro que abusa de seu cartão de crédito ou do cheque especial, a fúria dos juros é maior que a fúria de todos os deuses gregos juntos. E podemos contaminar não outros países, mas nossa família, nossos filhos, nossa saúde e o nosso futuro. Infelizmente, ninguém vai perdoar a nossa dívida.

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