segunda-feira, 1 de outubro de 2012

5 mitos sobre networking (que muita gente acredita)


NetworkingVocê já reparou como o networking soa como algo estranho no Brasil? A cultura daqui faz com que esse tipo de relacionamento não seja natural, o que, muitas vezes, pode atrapalhar as parcerias profissionais que você poderia estabelecer.“Isso acontece porque não somos treinados em nenhum momento sobre a arte do networking", avalia Othamar Gama Filho, sócio-diretor da Recruiters do Brasil. Segundo ele, muita gente faz networking seguindo estilos comportamentais e sem muitos critérios. "E, muitas vezes, de uma forma não lapidada, que termina não gerando um bom resultado”, afirma.
Mas este tipo de iniciativa é, realmente, importante? Ela surte efeitos positivos? “Quando bem feito, é positivo. Principalmente no mundo corporativo, onde a maioria dos executivos de uma empresa não recebe novos fornecedores ou candidatos que não sejam do seu conhecimento, ou que não foram recomendados por alguém do networking”, afirma o especialista.
Entretanto, é preciso tomar certos cuidados na hora de criar estes relacionamentos profissionais. Principalmente, porque muitas das ações tidas como corretas, são, na verdade, um grande equívoco. Pensando nisso, EXAME.com pediu para que especialistas listassem os principais mitos quando o assunto é networking:
1 Não é preciso cuidar dos relacionamentos
Isso pode até parecer banal, mas muitas pessoas acabam cometendo esse erro - pensando acertar em cheio. “Você não deve procurar uma pessoa de seu meio profissional apenas quando está precisando de um favor. O importante, na realidade, é que você estabeleça uma relação mútua com ela, uma troca. Não adianta você não cuidar dos seus contatos quando estiver tudo bem, pois assim você cairá no esquecimento”, lembra Adriana Gomes, consultora de carreiras.
2 Você vai parecer interesseiro
Esse é um pensamento de pessoas que são muito tímidas. “Como elas não fazem networking instintivamente, acabam lembrando sempre das experiências negativas que tiveram com pessoas inconvenientes, o que as afasta um pouco desse tipo de contato”, ressalta Filho. Mas se você estabelecer uma boa relação com os seus parceiros, mesmo quando não precisa deles para algo específico, essa sensação de ambição já cai por terra. “Você precisa ir além das questões do trabalho, porque o outro irá perceber se você já chegar com um interesse na manga”, observa Adriana.
3 Networking é somente troca de cartões
Você pode até pensar que este é o resumo de tudo. Mas está enganado. “De nada adianta ter uma coleção de cartões. O que você precisa, de fato, é interagir com as pessoas para ser lembrado nas futuras oportunidades”, aconselha Adriana. Aqui entra, também, a questão do LinkedIn. Não saia adicionando todo mundo que aparecer pela frente. “Isso não é um álbum de figurinhas. Se você escolher se relacionar com uma pessoa, converse, contribua e troque experiências com ela”, diz.
4 Abordagem em eventos é inconveniente
Isso depende de onde você estiver. “Para que a conversa tenha sucesso, primeiro analise o local e o tipo de evento em que você está, pois existem alguns que são focados exclusivamente no desenvolvimento do networking, e as pessoas esperam ser abordadas e abordam os outros presentes”, avalia Filho.
Nestes casos, se aproxime de forma não agressiva, evite falar sobre você no primeiro momento e procure saber sobre a outra pessoa, descobrindo o que ela faz. “Outra sugestão é procurar o organizador do evento, ou alguém que você conheça, para pedir que ele o apresente para outros convidados. Você pode, também, usar os assuntos discutidos no evento como forma de quebrar o gelo”, recomenda.
5 Qualquer networking é bom
Isso não chega a ser uma mentira, mas faz com que você desperdice tempo e energia com conversas e pessoas que talvez não agreguem tanto para a sua rede de contatos. “As pessoas mais comunicativas têm desvantagens neste ponto, pois o networking para elas é algo mais instintivo e, muitas vezes, sem foco”, revela Filho.
Isso não significa, no entanto, que você deva focar apenas na sua área. “É muito proveitoso expandir o seu relacionamento para áreas que não sejam da sua atuação, principalmente porque ter contatos com outras formações vai ajudá-lo com a premissa básica do networking, que diz que você não precisa saber fazer tudo, mas deve conhecer pessoas que saibam realizar diferentes tarefas”, finaliza Adriana.

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domingo, 30 de setembro de 2012

A cada dia uma nova batalha

Não podemos deixar desanimar pelas dificuldades da vida, do dia-a-dia.
Muitos problemas surgem, mas muitas coisas boas também.
Para superar os momentos de dificuldades, devemos sempre recarregar as baterias com os acontecimentos bons que temos.
É como uma batalha, onde pode-se ter vitórias e derrotas, mas quando perdemos, erguemos a cabeça e realizamos uma nova estratégia para vencer a próxima fase.
E assim se passam as horas, os dias, os anos.
A vida é feita de morros e montanhas, onde subimos e descemos e temos sempre que ter forçar para todas as subidas, pois sempre são os momentos mais difíceis.
Para algumas escaladas, muitas vezes tiramos forças de lugares que não sabíamos que existiam.
Mas o que importa é nunca desistir, é sempre ter foco na vida e sonhos para que se tornem realidade.
Só você sabe o que é melhor para você, as forças que possue e até onde poderá chegar.
Todas as decisões da vida, por mais que digam que sejam pré-destinadas, na momento da ação, são apenas suas e será você que irá tomar a melhor decisão!

Uma ótima semana ...

sábado, 29 de setembro de 2012

Morre Hebe Camargo, madrinha da TV brasileira

A apresentadora Hebe Camargo, uma das pioneiras da televisão brasileira, morreu aos 83 anos neste sábado, de parada cardíaca, em sua casa no bairro do Morumbi, em São Paulo. Uma história que se mistura com a da própria televisão. Assim pode ser definida a trajetória de Hebe Camargo. Ícone da televisão brasileira nas últimas seis décadas, ela se tornou um patrimônio da cultura nacional.

Desde que estreou na telinha, marcando presença na primeira transmissão televisiva do país, em 1950, o período máximo que passou afastada da TV foi de dois anos, logo após dar à luz seu filho único, Marcello, em 1965. Marcello é filho de seu primeiro marido, Décio Capuano. Nos outros 60 anos, Hebe brilhou e criou um estilo único de apresentar que é copiado até hoje por discípulas como Adriane Galisteu e Luciana Gimenez.

Sua carreira, iniciada no rádio como cantora e atriz, se cruzaria com a da televisão desde a chegada dos primeiros equipamentos de transmissão ao país. Convidada, junto com outros artistas, pelo então todo-poderoso Assis Chateaubriand, ela esteve no porto de Santos em 25 de março de 1950 para recepcionar os caixotes com câmeras, antenas e transmissores da futura TV Tupi, onde começou como cantora.

Oito anos depois, na TV Paulista -- a antecessora da Globo em São Paulo -- Hebe daria os primeiros passos como apresentadora, já fazendo história. De 1958 a 1964, ela comandaria o primeiro programa feminino da TV, O Mundo É das Mulheres. Fora das telas por quase dois anos – sua única ausência prolongada –, retornaria em 1967 com o dominical Hebe Camargo, na Record, e entraria definitivamente para o panteão histórico da TV brasileira, consolidando um bordão, "Ai, que gracinha!", e criando um formato copiado até hoje, o das entrevistas informais em um sofá.

Depois da Record, a apresentadora ficou seis anos na Bandeirantes. E em 1986, foi para o SBT, onde permaneceu até 2010, após ter seu salário reduzido de 1,5 milhão para 500.000 reais por Sílvio Santos. No ano seguinte, foi contratada pela Rede TV!, onde continuava apesar de paralisações na exibição de seu programa devido às complicações de saúde. Nesse meio tempo, se separou do primeiro marido, Décio Capuano, e se casou com Lélio Rvagnani em 1973, com quem esteve até ele morrer, em 2000.

Madrinha

Apesar de ter lançado uma fórmula até hoje usada na TV, a das entrevistas informais em cima de um sofá, Hebe não é um modelo que outras apresentadoras tentam seguir à risca. Isso porque, apesar da admiração que sentem por ela, todas sabem que Hebe é inimitável. "Ninguém pode copiá-la, ela é muito autêntica", considera a amiga Adriane Galisteu, apontada pela própria Hebe como sua substituta. A opinião da apresentadora do Muito+, da Band, é compartilhada por pessoas como a colega Astrid Fontenelle e o diretor televisivo Nilton Travesso. E revela o que a língua sem travas e os brilhos das joias já sugeriam: Hebe Camargo foi e será única.

Como Adriane, Astrid prefere louvar Hebe a copiá-la, mas admite um pendor pelo tom pessoal que a apresentadora imprimia em seu trabalho. "Admiro o trato dela com as pessoas. Televisão é olho no olho, e gente que tem carisma e sabe rir de si mesma faz diferença", diz Astrid. "Diferentemente de muitos na televisão, a Hebe não criou um personagem. Ela era o que a gente via no palco. Ela não se produzia interiormente, só por fora", pensa Travesso, lembrando o visual marcante da apresentadora.

O diretor trabalhou com ela ainda nos anos 1960, na TV Record. "O sofá sempre foi uma arma. A Hebe investiu na intimidade e na aproximação das pessoas". Mas a apresentadora não hesitava também quando precisava abrir a sua própria intimidade em prol de uma boa causa. Em 1997, por exemplo, ela teve uma atitude corajosa ao expor, numa reportagem de capa de VEJA, que fizera um aborto na juventude.

Ainda que não tenha criado uma escola de apresentação, Hebe deixa uma lista comprida de afilhadas, que vão de Adriane Galisteu a Ana Maria Braga. São amigas que ela acompanhava pela TV de casa e para as quais, vez por outra, fazia questão de ligar para fazer um elogio ou passar uma bronca. "Às vezes, ela ligava para dizer que não gostou da minha roupa", conta Adriane. Astrid, que recebia ligações idênticas, as define como cuidado de uma amiga. "Uma vez, ela me mandou óculos de leitura de presente, porque me viu na TV lendo uma revista rente à minha cara."

A apresentadora foi tema do livro A Noite da Madrinha, do sociólogo Sergio Miceli, da USP. O autor também não encontra par para Hebe na televisão brasileira. Mas vê uma certa aproximação entre a apresentadora e Luciana Gimenez, da RedeTV!. "Eu não digo que a Luciana imite a Hebe conscientemente, mas é a que mais se aproxima dela, ao simular ignorância. Ela se dirige ao espectador como se ele fosse mais competente que ela", diz. "Aquilo é construído, assim como no caso da Hebe. Eu não acredito que todos os erros que ela comete sejam por ignorância."

Outro ponto em comum entre as duas, acredita Miceli, é o público – um público de classe média, não um público sofisticado. É esse o público que Hebe emulava em seu sofá, diz o sociólogo. "A Hebe sabia disso e se saía muito bem. Ela era direta, com um linguajar próprio e não se intimidava com nenhum entrevistado."
Doença
Desde 2010, Hebe lutava contra graves problemas de saúde – passou por cirurgias para retirar a vesícula, um nódulo cancerígeno no peritônio (membrana que reveste os órgãos digestivos) e um tumor no intestino. Hebe foi dignosticada com câncer no peritônio no começo de 2000. Ela havia se queixado de dores abdominais enquanto passava o réveillon em Miami com alguns amigos, e decidiu comparecer ao hospital para alguns exames. Após a descoberta de tumores cancerígenos, passou a se tratar com uma equipe de cinco médicos, entre eles, o gastroenterologista Antonio Luiz de Vasconcellos Macedo e o oncologista Sérgio Simon.

O ano de 2009 havia sido especial para Hebe. Seu aniversário de 80 anos, completados em 8 de março, foi repleto de comemorações. Uma recepção organizada pela socialite Lucilia Diniz na sua casa no Jardim Europa contou com a presença de 600 convidados, entre eles o então governador José Serra, o cantor espanhol Julio Iglesias e o amigo Roberto Carlos, por quem Hebe tinha verdadeira devoção. Esta, aliás, era dividida também entre as "santinhas" de Hebe, ou Nossa Senhora Aparecida e Nossa Senhora de Fátima, das quais a apresentadora era devota.

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sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Funcionários passam até 7 horas por mês no Facebook

O Facebook consome mensalmente cerca de sete horas do horário de expediente dos funcionários, segundo uma pesquisa da empresa Red e App, especializada em desenvolvimento de serviços para tablets e smartphones.
Consumidores no FacebookEntre outras atividades do ambiente corporativo, ler e-mails consome até 28% do período do expediente e o Twitter toma 89 minutos mensalmente.

A Red e App usou dados de pesquisas divulgadas pela Microsoft, jornal The New York Times e outros sites que fazem análises sobre carreira.

Além dos índices sobre as redes sociais, o infográfico mostra que os funcionários são interrompidos a cada 10 minutos, 45% dos colaboradores dizem que trabalham em mais de uma tarefa simultaneamente e 40% das obrigações interrompidas não foram prontamente continuadas.

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quinta-feira, 27 de setembro de 2012

"Vidente" que impressiona por alto índice de acertos colhe informações no Facebook

As pessoas não costumam perceber a quantidade de informações sobre a própria vida elas fornecem nas redes sociais.

Pensando nos perigos causados por tanta exposição, o banco Febelfin lançou uma campanha para estimular os internautas a se protegerem melhor. A ação interativa tinha como objetivo divulgar o programa de segurança do internet banking da empresa e um site com dicas sobre como guardar dados financeiros.

Um vidente convidou pessoas nas ruas para se consultarem e após acertar tudo, mostrou que tudo que ele sabia já estava disponível em páginas como o Facebook.
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quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Site permite enviar e-mail anônimo para alertar amigo que tem mau hálito

Ao verem o título desta matéria, é possível que muitos de vocês, leitores, tenham pensado que se trata de alguma brincadeira. Mas o assunto é sério. A Associação Brasileira de Halitose criou um espaço em seu site em que é possível enviar para amigos que têm mau hálito mensagens anônimas - para evitar constrangimentos - alertando-os do problema e sugerindo formas de resolvê-lo. Segundo a ABHA, a halitose atinge cerca de 30% da população brasileira (mais de 50 milhões de pessoas) e é responsável por vários problemas sócio-emocionais, como baixo desempenho profissional e queda da auto-estima.

No site da ABHA, é possível enviar a mensagem de alerta por e-mail ou mesmo solicitar que o envio seja feito por carta. A associação faz questão de destacar que o assunto é sério e pede que a plataforma não seja utilizada para brincadeiras.

O que é a halitose?

Segundo a ABHA, "a halitose ou mau hálito é uma condição anormal do hálito que se altera de forma desagradável. A palavra halitose se origina do latim. "Halitu" significa ar expirado e "osi" alteração. É, portanto, o odor expirado pelos pulmões, boca e narinas".

A associação destaca ainda que "a halitose não é uma doença, mas pode denunciar a ocorrência de alguma patologia ou problema de saúde. Entretanto, pode também sinalizar alguma alteração fisiológica. Sendo assim, é um sinal de que algo no organismo está em desequilíbrio, devendo ser identificado através de um correto diagnóstico e tratado adequadamente quando o problema torna-se crônico".

Consequências

"Na maioria das vezes, a simples presença de mau hálito pode provocar sérios prejuízos pessoais, emocionais e até profissionais. Além disso, o portador pode desenvolver verdadeiras neuroses, traumas sérios, gerando inclusive afastamento mesmo das pessoas próximas a ele", afirma a ABHA.

Segundo a associação, os problemas de cunho sócio-emocional mais comumente gerados pelo problema são: insegurança ao se aproximar das pessoas ou ao falar, depressão, dificuldade em estabelecer relações amorosas e afetivas (entre o casal, entre pais e filhos, entre amigos e familiares em geral, etc.), resistência ao sorriso, ansiedade, baixo desempenho profissional e / ou estudantil, queda da auto-estima e auto-confiança, além de outros fatores comprometedores.

"Entretanto, não á apenas a 'saúde psicológica' do paciente que fica comprometida. No caso da halitose crônica, causada por fatores patológicos, por exemplo, há um real comprometimento da saúde física do paciente, com a existência de falhas ou alterações em determinado órgão ou sistema do portador. Isso mostra a importância em se identificar as causas da halitose e tratá-las adequadamente", afirma a ABHA.

terça-feira, 25 de setembro de 2012

"Falha" do Facebook estaria exibindo mensagens privadas na timeline

Uma suposta falha no Facebook está deixando usuários mais antigos em polvorosa. O bug simplesmente estaria tornando públicas mensagens trocadas antes de 2009 que alguns usuários acreditavam ser privadas. Nossa redação conseguiu verificar que o problema não acontece com todos os usuários, mas realmente pode existir, pelo teor das mensagens.

Segundo O Globo, o escritório do Facebook na Europa confirmou o problema e disse estar investigando, embora não tenha esclarecido os motivos. Já nos EUA, o TechCrunch diz que a empresa negou o problema.

No Brasil, segundo O Globo, a rede enviou o seguinte comunicado:
 
"Um pequeno número de usuários tem feito a reclamação porque eles acreditavam que as suas mensagens privadas estavam aparecendo em seu mural público. Nossos engenheiros investigaram essas reclamações e consideraram que todas essas mensagens antigas já eram públicas e sempre estiveram visíveis. O Facebook está satisfeito que nenhuma violação da privacidade de seus usuários foi encontrada", disse o site.

A assessoria do Facebook no Brasil ainda não publicou nenhuma informação sobre o caso no grupo oficial de notícias na rede.

Uma das timelines em que verificamos o problema (Imagem: reprodução)

Para verificar se suas mensagens estão sendo exibidas publicamente, é preciso acessar suas atualizações antigas na linha do tempo. Segundo o que verificamos, o problema só acontece com mensagens de 2009 para trás. Lá, um box com o título "amigos" exibe as mensagens. Para apagá-las, a instrução é clicar no ícone de configuração do box e escolher a opção de ocultar as atualizações.

Pelo que verificamos, esse box deveria exibir apenas mensagens postadas publicamente nas timelines, e é isso que parece acontecer na maioria dos casos. Alguns usuários afirmam, entretanto, que alguns conteúdos visíveis ali eram privados.

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