sábado, 30 de novembro de 2013

A fórmula da BMW, Audi e Mercedes nos EUA: vender barato

Se no Brasil, elas estão no seleto grupo de montadoras premium. Nos Estados Unidos, a BMW, Audi e Mercedes-Benz dispensam a fama para ganhar mercado. De acordo com dados da consultoria americana 24/7, as três estão entre as montadoras que mais crescem por lá e o segredo do sucesso é um só: vender carros com preços mais baixos.

Somente a BMW, nos dez primeiros meses do ano, vendeu mais de 240.100 carros nos Estados Unidos, o número é 12,8% maior na comparação com o mesmo período do ano passado. As vendas da Mercedes-Benz e da Audi também cresceram na mesma proporção, atingindo 262.163 e 127.412 unidades, respectivamente.

Por lá, as três montadoras oferecem opções de modelos que custam menos de 30.000 dólares, valor que consegue atingir uma grande parcela dos consumidores americanos. O novo modelo Mercedes, o CLA, por exemplo, é vendido por 29.900 dólares.  No Brasil, o mesmo modelo não sai por menos de 100.000 reais.

Em outubro, a Audi anunciou vendas 6,7% maiores em todo o mundo, totalizando 131.950 unidades. Segundo a montadora, no mercado americano e na China, o crescimento, no entanto, foi de dois dígitos, o que garantiu a alta. Até o mês passado, a Audi havia somado mais de 1,3 milhão de carros comercializados no mundo.

De acordo com a 24/7, o crescimento de dois dígitos nas vendas da BMW, Audi e Mercedes no mercado
americano em novembro já é dado como certo. E as montadoras, que por aqui conseguem atingir um número pequeno de consumidores, nos Estados Unidos têm se tornado cada vez mais populares.

exame.com

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Nissan testa carro autônomo no Japão

A Nissan realizou com sucesso o primeiro teste de veículo de condução autônoma (sem auxílio do motorista) no Japão a bordo de um Leaf, veículo de propulsão 100% elétrica.

Nissan Leaf é o primeiro carro autônomo homologado no JapãoNissan Leaf é o primeiro carro autônomo homologado no JapãoO carro rodou na via expressa de Kanagawa, Sudeste de Tóquio. A confiança no sistema era tanta que, como passageiros, o carro teve o prefeito da cidade, Yuji Kuroiwa, e o vice-presidente mundial da Nissan, Toshiyuki Shiga.

O objetivo da marca é que o sistema de condução autônoma esteja presente num veículo da Nissan já em 2020. O protótipo do Leaf foi o primeiro carro a obter homologação para circular sem motorista no Japão. Sem condutor, o carro é capaz de nas ruas, entrar no trânsito, trocar de pistas e manter uma distância segura dos outros carros.

msn.icarros.com.br

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

O Facebook vai dominar o mundo?

27/11/2013 - Por Luiz Alberto Ferla*

O crescimento da rede social de Mark Zuckerberg nos últimos anos é surpreendente: já tem mais de 1,2 bilhão de usuários e é a mais popular em ao menos 127 países. No Brasil ultrapassa 76 milhões de usuários - estamos atrás apenas dos Estados Unidos e da Índia.

Os números sugerem que a América Latina - com cerca de 200 milhões de usuários ou 18% da base global - é uma região de acelerado crescimento para a companhia de Menlo Park, Califórnia. Todos os dias, 61,4% dos usuários ativos mensais nos três maiores mercados da região conectam-se à rede social. Isso representa uma audiência de 47 milhões de brasileiros, 28 milhões de mexicanos e 14 milhões de argentinos.

Em termos de construção de marca para os clientes, isso tem uma relevância enorme já que não há outro meio que tenha essa capacidade de chegar a tanta gente em um só dia. Nem mesmo a televisão.

É, o mundo está mudando... E as pessoas também. Durante muito tempo as relações aconteciam de forma linear, baseada nos meios de comunicação, principalmente rádio e TV. Hoje, a grande massa de informação consumida linearmente passou a ser trocada de forma matemática, com base no conhecimento das multidões, por meio dos buscadores.

Ainda assim, os comportamentos no mundo não mudaram. As pessoas continuam casando, tendo filhos, querendo ser felizes, querendo se engajar em causas nobres. O que mudou foi a maneira como contam as novidades sobre elas para os amigos. Tudo vai para a internet, um espaço democrático, onde todos têm o direito de se manifestar. Ali é possível assumir quem somos, o que pensamos, o que gostamos, sem medo.
Isso faz com que a Internet seja construída com base na relação real dos amigos na Internet. E a opinião sincera de um amigo vale muito!

Quem ainda não entende muito bem esta relação são as empresas - algumas ainda tropeçam na divulgação de suas marcas. Pensam que basta apenas marcar presença nas redes sociais, sem estratégia. É um engano que pode custar caro para muitas marcas. É preciso que as empresas e organizações façam a si mesmas duas perguntas, antes de inovar e postar em suas páginas no Facebook: Por que isso é importante? Por que precisa ser compartilhado?

Um bom exemplo de campanha digital no Facebook, para um público segmentado, desenvolvida pela Talk2 foi para a Imaginarium, que culminou com mais de 600 mil fãs. A empresa queria construir uma presença digital que fizesse jus ao esmero encontrado nos seus produtos e buscou na web um meio de fortalecer esse branding irreverente. Uma estratégia, um plano de marketing digital com público, missão, metas e linguagem a ser adotada, surpreendeu: centenas de milhares de fãs fortaleceram a marca e a Imaginarium ficou gigante no mundo digital.

É isso que acontece quando as marcas entendem o que deve e o que não deve ser feito nas redes sociais. Pensando nisso, a empresa Talk2, que pertence ao DOT digital group, lança um eBook sobre como potencializar comercialmente o uso do Facebook http://materiais.talk2.com.br/facebook_estrategico, mostrando o que é importante nessa relação empresa/consumidor. O conteúdo vai auxiliar as organizações a conhecer melhor seus negócios e questionar a maneira como estão lidando com os clientes, fornecedores, funcionários e acionistas.

*Luiz Alberto Ferla é presidente do DOT digital group (Knowtec, Talk2, TechFront, DDBR, KeepingUp, IEA, SocialBase, Suite Plus) e Líder Empresarial 2012 (Fórum de Líderes).

As 10 Maiores redes sociais do mundo

1º. Facebook – 1.191.373.339 de views por mês
2º. MySpace – 810.153.536
3º. Twitter – 54.218.731
4º. Flixster – 53.389.974
5º. Linkedin – 42.744.438
6º. Tagged – 39.630.927
7º. Classmates – 35.219.210
8º. My Year Book – 33.121.821
9º. Live Journal – 25.221.354
10º. Imeem – 22.993.608

Fonte: Compete

terça-feira, 26 de novembro de 2013

Black Friday: Procon/SP atualiza lista de sites não recomendados


Se você é do time que já está empolgado com as possibilidades de descontos em mais uma edição brasileira da Black Friday, vá com calma. No Brasil, a data ficou mais conhecida pelos contratempos do que pelos benefícios. Por isso, é importante ter bastante atenção antes de fechar qualquer negócio.
Para auxiliar os consumidores do e-commerce, o Procon/SP mantém uma lista de sites não recomendados. Agora, com a proximidade do evento varejista, o órgão fez mais uma atualização no documento e incluiu novas lojas online.
A lista completa pode ser conferida aqui. 

Recomendações

De acordo com o Procon/SP, “as queixas contra esses sites ocorrem por irregularidades na prática do comércio eletrônico, principalmente por falta de entrega do produto adquirido”.
Esses fornecedores não são localizados - inclusive pelo rastreamento feito no banco de dados de órgãos como Junta Comercial, Receita Federal e Registro BR, responsável pelo registro de domínios no Brasil.
Antes de comprar, o consumidor deve buscar mais informações a respeito do fornecedor para não cair em armadilhas. Confira algumas dicas:
- Procure no site a identificação da loja (razão social, CNPJ, telefone e outras formas de contato além do e-mail);
- Prefira fornecedores recomendados por amigos ou familiares;
- Desconfie de ofertas vantajosas demais;
- Não compre em sites em que as únicas formas de pagamento aceitas são o o boleto bancário e/ou depósito em conta.
- Leia a política de privacidade da loja virtual para saber quais compromissos ela assume quanto ao armazenamento e manipulação de seus dados;
- Imprima ou salve todos os documentos que demonstrem a compra e a confirmação do pedido (comprovante de pagamento, contrato, anúncios, etc.);
- Instale programas de antivírus e o firewall (sistema que impede a transmissão e/ou recepção de acessos nocivos ou não autorizados) e os mantenha atualizados em seu computador.
- Nunca realize transações online em lan houses, cybercafés ou computadores públicos, pois podem não estar adequadamente protegidos.
O Procon/SP disponibiliza essa e outras informações em seu site, no Guia do Comércio Eletrônico.

administradores.com.br

Cancelei a minha conta no WhatsApp


Por Fábio Bandeira de Mello - administradores.com

Resolvi. Cancelei minha conta no WhatsApp. Eu demorei até certo tempo, comparado ao meu ciclo de convívio, para iniciar no aplicativo. Houve um encantamento imediato sobre a facilidade de trocar mensagens, vídeos, imagens, mas o efeito “nefasto” que o app provoca nas pessoas me fez abandonar a ideia de tê-lo. 
A palavra “nefasto” pode até soar pesado para alguns, mas, de fato, é assim que passei a enxergar a questão. Ir a um barzinho, estar em uma confraternização/aniversário, encontrar os amigos. É quase uma regra (principalmente se você tem entre 12 a 30 anos), sempre terão aqueles que não desgrudam os olhos da tela do celular e entram em seu mundo paralelo digital, geralmente no WhatsApp ou Facebook.

As pessoas ao redor desses “ultra conectados” parecem meras peças de um cenário paralisado que só acontece a real interação em três momentos: Na chegada ao local (é preciso cumprimentar as pessoas); no momento da foto (é claro, a foto vai para as redes sociais para mostrar como a pessoa se diverte com o restante do grupo); e na hora de ir embora (ainda dizendo como foi bom o reencontro).

O problema é que esse número de pessoas alienadas está se multiplicando. Chega ao ponto que não existe um diálogo, fica cada um imerso em sua mini tela. Isso, quando a conversa entre as pessoas não é: “Você viu aquele vídeo no WhatsApp? Você tem que ver... muito engraçado. Estou enviando para o seu”. Sim, essa é apenas uma situação ruim do aplicativo, mas não irei me alongar nas outras.

A questão é que vivemos em plena era de ouro da comunicação, onde todos têm possibilidades infinitas para interagir, mas talvez, seja o momento mais crítico da história da comunicação. Há falta de diálogo, convívio, interação com quem está próximo de nós. Até ligar já está virando “artigo de luxo”. Exagero? As operadoras de telefone estão acompanhando essa tendência de comportamento e invertendo seu marketing... Não se oferece mais tantos planos para ligar, a questão, agora, são os planos com internet ilimitada, internet a R$ 0,25, entre outros.

Acho que o sempre otimista filósofo Pierre Levy, quando descreveu o conceito de Inteligência Coletiva, não imagina que o WhatsApp poderia ter sido inventado. Ou até imaginava, mas não sabia que as pessoas iam preferir ficar ali – no aplicativo -, em vez do convívio social.

As falas de um de seus maiores opositores, o polêmico filósofo e sociólogo francês Jean Baudrillard (já falecido), feroz crítico da sociedade de consumo, nunca fizeram tanto sentido. Principalmente na questão de quando se transfere suas características para as novas máquinas, o homem está abrindo mão de si mesmo.

Na revista Administradores

Na edição novembro/dezembro da revista Administradores resolvemos questionar sobre o WhatsApp em nossa editoria contraponto. Colocamos dois especialistas para defenderem sua tese e apontar as vantagens e desvantagens do aplicativo.
Confesso que minha opinião foi alterada ao longo do tempo. Antes favorável à facilidade de comunicação que o WhatsApp poderia gerar, coloco-me hoje a favor da comunicação real, do tête-à-tête, sem as barreiras das mini telas. Apesar de não me encaixar no perfil alienado (como aquele citado acima), estar no aplicativo me colocava no status de condescendente com algo que sou contra. Isso estava incomodando.

Que tal refletir

Acho que essa questão de como lidamos com a internet e com o ato de estar conectado 24h cabe uma reflexão individual. Você: como lida com essa conexão com redes sociais e aplicativos no celular?

Talvez não esteja no momento de avaliar e refletir sobre o tempo que se "dedica" a eles?
Acho que a reflexão vale, principalmente, para aqueles que se encaixam no perfil de sentir necessidade de ver a timeline constantemente, que trocam a leitura de um livro para ver vídeos e besteiras na internet ou até mesmo não que conseguem realizar algumas atividades e tarefas de sua rotina por falta de concentração que as redes sociais e aplicativos com o WhatsApp geram.

Não sou contra redes sociais e apps, pelo contrário, acho que são fontes de interação, entretenimento e até de negócios muito válidas. No entanto, percebo certa alienação que essa conexão provoca em muitos. Não quero causar uma revolução nesse aspecto, apenas proponho que se busque encontrar formas de equilibrar essa balança do real com o virtual.

Enquanto isso não acontece, acho melhor deixar minha conta do WhatsApp cancelada.

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Sony Pictures usa física em nova ação de marketing para "Carrie, A Estranha"

O remake do filme Carrie, A Estranha não para de movimentar o mundo do marketing. Com estreia marcada para 7 de dezembro nos cinemas nacionais, a Sony Pictures no Brasil e a agência Giovanni+Draftcb criou uma ação na rede de cinema UCI do complexo New York City Center do Barra Shopping, no Rio de Janeiro.
Até o próximo domingo, 24, quem passar pelo cinema vai encontrar um pôster arrepiante: um totem promocional que ao ser tocado faz com que os cabelos da pessoa se arrepiem instantaneamente.
Nas redes sociais, o conteúdo está sendo compartilhado com a hashtag #PoderDeCarrie.
Relembre: a Sony Pictures já havia feito uma ação de marketing em uma cafeteria americana que deu o que falar.

administradores.com.br