Se alguém se sentir triste nesta segunda-feira dia 20 pode ser o
efeito do "Blue Monday", o dia mais triste do ano segundo o estudo de
Cliff Arnall, psicólogo da Universidade de Cardiff, no Páis de Gales.
Arnall estabeleceu que a terceira segunda-feira de janeiro é o dia do ano na qual as pessoas se sentem mais tristes.
O psicólogo chegou a esta conclusão após resolver uma complicada equação matemática que analisa a meteorologia, as dívidas realizadas no Natal, queda da motivação e uma crescente cobrança para realizar coisas.
Na Grã-Bretanha o tema é levado muito sério, neste dia já foi comprovado que aumenta o número de faltas no trabalho.
Algumas ONGs, como o Mental Health UK, que se ocupa de saúde mental, oferecem conselhos de como superar a segunda-feira mais triste do ano.
A Mental Health UK aconselha a usar neste dia roupas com cores brilhantes, fazer exercício físico, comer bem e ser sociável.
www.exame.com
segunda-feira, 20 de janeiro de 2014
Conheça o mais novo golpe do WhatsApp: mensagem de voz busca roubar dados dos usuários
Vale destacar que se trata do segundo golpe que utiliza o WhatsApp identificado pelos pesquisadores da ESET em apenas uma semana. Na campanha anterior, voltada a usuários brasileiros, os cibercriminosos utilizaram um falso e-mail prometendo o WhatsApp para PCs.
O novo golpe utiliza um e-mail que simula uma mensagem de voz do WhatsApp e que apresenta um arquivo comprimido na mensagem, intitulado “Missed-message.zip”. Ao descompactá-lo, o usuário roda um arquivo executável com o mesmo nome, que funciona como um dropper – técnica comum utilizada pelos cibercriminosos para fazer com que um arquivo aparentemente inofensivo descarregue outras ameaças.
Assim, o arquivo executa outro código malicioso, chamado budha.exe, que também tem a mesma funcionalidade.
O segundo dropper inicia um processo chamado kilf.exe, que tem a função de limpar a cena, apagando os arquivos mencionados anteriormente, graças a um arquivo com extensão BAT, que também elimina a si mesmo. Logo, aparece um segundo executável, que é o malware (código malicioso) por trás do botnet Zeus (ZBot), que é detectado pelas soluções ESET como Win32/Spy.Zbot.
Ao longo de todo o ciclo, o malware manipula os controladores de som do sistema operacional infectado, simulando ser um arquivo de áudio verdadeiro.
“Os cibercriminosos aproveitam a popularidade do WhatsApp para disseminar campanhas. Para não ser vítima de casos como esse, é importante contar com uma solução de segurança que detecte a ameaça. Além disso, recomendamos verificar se a informação em questão, nesse caso a mensagem de voz, é verídica”, analista Raphael Labaca Castro, Coordenador de Awareness & Research de ESET Latinoamérica.
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sexta-feira, 17 de janeiro de 2014
7 comportamentos dos pais que impedirão seus filhos de se tornarem líderes
Kathy Caprino, contribuidora do site da Forbes, costumava trabalhar
como terapeuta familiar, antes de tornar-se coach de carreira e
liderança. Nesse longo tempo, em contato com casais, famílias e
crianças, Caprino diz ter testemunhado uma variedade de comportamentos
funcionais, mas também disfuncionais, por parte dos pais que conheceu.
Impedir os filhos de ganhar independência, perseverança e se tornarem os
líderes em potencial que são eram práticas frequentes, ainda que
inconscientes.
Buscando informações sobre o assunto, Kathy se deparou com os livros
do Dr. Tim Elmore, escritor e fundador de uma organização que busca
empoderar jovens através de um trabalho de mentoria. O especialista
confirmou suas constatações: muitos pais têm tratado suas crianças e
adolescentes com mimos e comportamentos super-protetores, impedindo seu
crescimento pessoal e podando suas capacidades de liderança - de si
mesmo e de empreendimentos ao redor do mundo.
Aqui estão 7 desses comportamentos, identificados por Elmore, e que devem ser evitados se você quer que seu filho se torne um líder capaz:
1. Não deixar nossas crianças se arriscarem
O medo de perdê-las nos leva a fazer tudo o que podemos para as proteger. Isto é correto e de fato uma responsabilidade dos pais, mas há riscos saudáveis e que precisam ser permitidos. Psicólogos europeus descobriram que crianças que não podem brincar fora de casa e que nunca chegam a se machucar de leve (sofrer uma queda, por exemplo) frequentemente desenvolvem fobias na idade adulta. Não permitir que adolescentes sofram o fim de um relacionamento amoroso ou que crianças caiam algumas vezes, aprendendo que é normal, provavelmente gerará adultos arrogantes (que não sabem lidar com as falhas) e com baixa autoestima.
2. Correr ao seu socorro muito rápido
Quando cuidamos de todos os problemas e enchemos as crianças de excessivos cuidados, deixamos de ensiná-las a tomar iniciativa e enfrentar suas dificuldades. É necessário que elas aprendam a caminhar sozinhas, para que se tornem líderes, do contrário serão adultos acomodados e inconsequentes.
3. Elogiar com facilidade
Não há problemas em elogiar os filhos quando eles merecem, mas a política de que "todos são vencedores" pode ser prejudicial, em longo prazo. É importante fazer com que seu filho se sinta especial, mas elogiá-lo sem critério, deixando de lado comportamentos errados, lhe ensinará a mentir, exagerar e trair, por medo de enfrentar a realidade como ela é e de causar decepção ao admití-la.
4. Deixar a culpa ser um obstáculo para a boa liderança
Seus filhos não precisam amar você todos os minutos de suas vidas. Eles conseguirão lidar com decepções, mas não com o fato de serem mimados. Por isso diga "não" ou "agora não" e deixe que eles lutem por aquilo que realmente valorizam e precisam.
5. Não compartilhar nossos erros
Adolescentes saudáveis desejarão fazer as coisas do seu jeito, e nós como adultos temos que permitir isso, o que não significa que não possamos ajudá-los. Compartilhar erros do passado pode gerar um sentimento de identificação e orientar seus filhos a escolherem melhor. Você não é o único a influenciar seu filho, então busque ser a melhor influência.
6. Confundir inteligência, talento e influência com maturidade
A inteligência é muitas vezes usada como uma medida da maturidade de uma criança, e, como resultado, pais costumam deduzir que uma criança inteligente está pronta para o mundo, o que não é necessariamente verdade. Para decidir quando soltar mais seus filhos e dar-lhes mais independência, observe outras crianças da idade deles, e veja como eles responde às pequenas responsabilidades que lhe forem dadas. Não apresse nem atrase esta independência!
7. Não fazer o que dizemos
Como pais, é nossa responsabilidade dar o exemplo de vida que queremos que nossos filhos vivam, ajudando-lhes a construir um bom caráter e a serem responsáveis em todos os aspectos. Como líderes de nossas casas, podemos começar por falar apenas com honestidade, sem hipocrisia ou mentiras (nem mesmo as "brancas"!). Observe suas ações e escolhas éticas; seu filho com certeza as estará observando.
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Aqui estão 7 desses comportamentos, identificados por Elmore, e que devem ser evitados se você quer que seu filho se torne um líder capaz:
1. Não deixar nossas crianças se arriscarem
O medo de perdê-las nos leva a fazer tudo o que podemos para as proteger. Isto é correto e de fato uma responsabilidade dos pais, mas há riscos saudáveis e que precisam ser permitidos. Psicólogos europeus descobriram que crianças que não podem brincar fora de casa e que nunca chegam a se machucar de leve (sofrer uma queda, por exemplo) frequentemente desenvolvem fobias na idade adulta. Não permitir que adolescentes sofram o fim de um relacionamento amoroso ou que crianças caiam algumas vezes, aprendendo que é normal, provavelmente gerará adultos arrogantes (que não sabem lidar com as falhas) e com baixa autoestima.
2. Correr ao seu socorro muito rápido
Quando cuidamos de todos os problemas e enchemos as crianças de excessivos cuidados, deixamos de ensiná-las a tomar iniciativa e enfrentar suas dificuldades. É necessário que elas aprendam a caminhar sozinhas, para que se tornem líderes, do contrário serão adultos acomodados e inconsequentes.
3. Elogiar com facilidade
Não há problemas em elogiar os filhos quando eles merecem, mas a política de que "todos são vencedores" pode ser prejudicial, em longo prazo. É importante fazer com que seu filho se sinta especial, mas elogiá-lo sem critério, deixando de lado comportamentos errados, lhe ensinará a mentir, exagerar e trair, por medo de enfrentar a realidade como ela é e de causar decepção ao admití-la.
4. Deixar a culpa ser um obstáculo para a boa liderança
Seus filhos não precisam amar você todos os minutos de suas vidas. Eles conseguirão lidar com decepções, mas não com o fato de serem mimados. Por isso diga "não" ou "agora não" e deixe que eles lutem por aquilo que realmente valorizam e precisam.
5. Não compartilhar nossos erros
Adolescentes saudáveis desejarão fazer as coisas do seu jeito, e nós como adultos temos que permitir isso, o que não significa que não possamos ajudá-los. Compartilhar erros do passado pode gerar um sentimento de identificação e orientar seus filhos a escolherem melhor. Você não é o único a influenciar seu filho, então busque ser a melhor influência.
6. Confundir inteligência, talento e influência com maturidade
A inteligência é muitas vezes usada como uma medida da maturidade de uma criança, e, como resultado, pais costumam deduzir que uma criança inteligente está pronta para o mundo, o que não é necessariamente verdade. Para decidir quando soltar mais seus filhos e dar-lhes mais independência, observe outras crianças da idade deles, e veja como eles responde às pequenas responsabilidades que lhe forem dadas. Não apresse nem atrase esta independência!
7. Não fazer o que dizemos
Como pais, é nossa responsabilidade dar o exemplo de vida que queremos que nossos filhos vivam, ajudando-lhes a construir um bom caráter e a serem responsáveis em todos os aspectos. Como líderes de nossas casas, podemos começar por falar apenas com honestidade, sem hipocrisia ou mentiras (nem mesmo as "brancas"!). Observe suas ações e escolhas éticas; seu filho com certeza as estará observando.
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quinta-feira, 16 de janeiro de 2014
Bons profissionais tiram férias
Acontece que a vida ensina. Primeiro, é fato que pessoas que se vangloriam de nunca tirar férias se tornam abrutalhadas, entram numa busca desesperada de valor pessoal por meio do trabalho, sucesso, crescimento financeiro... Provas externas de valor próprio. O trabalho e o amor realmente são as duas experiências humanas que conferem sentido à vida, mas a boa medida pede por férias sim, senhor!
Segundo a Universidade de Essex, na Inglaterra, empresas onde as pessoas não tiram um mínimo de vinte dias seguidos de férias, uma vez ao ano, aumentam o absenteísmo e as somatizações físicas, o estresse e a queda de produtividade. Aprendi que levamos dez dias para 'desligar' de fato da rotina, e então, usufruir de um descanso. Decretei como obrigatório na minha empresa, a Quantum, que todos gozem trinta dias de férias por ano, sendo dez entre Natal e Ano Novo e outros vinte dias na época escolhida.
1- Tire férias quando estiver bem. Descansar porque está estressado ou com conflitos sérios é um erro. Nas férias, você vai passar mais tempo consigo mesmo. Escolha um momento em que aumentar sua própria companhia não seja um tormento e que você possa arejar e se redescobrir um pouco. É uma ótima época para se entregar ao que lhe deixa apaixonado!
2- Mude a rotina, o lugar, a programação. Se puder viajar e gostar de ir à praia ou ao campo, tudo bem. Mas não se obrigue a um tipo padrão de 'divertimento oficial'. O importante é realmente se desligar do trabalho e ter prazer e lazer. Permitir-se algo de que realmente goste.
3- Evite usar as férias para marcar aquela cirurgia ou fazer cursos, embora isso seja necessário às vezes. Trocar uma obrigação pela outra compromete a recarga de energias.
4- O contraponto é o fator-chave para não abrir mão de dar uma paradinha: dia e noite, som e silêncio, trabalho e... Descanso!
5- Evite idealizar o divertimento. Certa vez, um grande amigo do Sul veio a São Paulo com os filhos. Por trabalhar muito, sempre quis compensar as coisas neste passeio programando - e fazendo! - muitas atividades. Foi ao parque, shopping, teatro, museu... ufa!
No final, o estresse entre eles era quase um convite, e o fazer, fazer, fazer, uma nova obrigação. Na simplicidade, nos conectamos. Permanecer em contato com si mesmo, numa relação de presença de espírito, é muito importante. Ao visitar lugares, tire fotos, mas só o suficiente. Relaxe e viva o momento. Esta é uma atitude meditativa, mas não 'zen', que pode se expressar em forma de entusiasmo ao dançar o baião no Nordeste, ao relaxar quando deitar ao sol, ou ao saborear a comida e a companhia. As melhores férias da minha vida não foram as idealizadas, e sim as vividas.
As pessoas que se permitem férias com entrega, sem culpas, com alegria, parecem mais balanceadas e cheias de energia. Quando mudamos a rotina, vamos a lugares diferentes, conhecemos e conversamos com gente nova, nos tornamos mais autênticos. Sem repetir padrões prontos, como vemos tanto, nas férias, tomamos contato com nossa energia vital e nossa própria face original!
http://estilo.br.msn.com
quarta-feira, 15 de janeiro de 2014
Café faz sucesso em Londres oferecendo comida e bebida grátis, mas cobrando pelo tempo
Se você sentir sede, café e chá são distribuídos à vontade. Se a fome apertar, não deixe de ir ao balcão para conferir os quitutes da hora. Mas quanto isso custa ao cliente? Bem, se você passar uma hora no local, deve sair em torno de R$ 7 (1,80 libras).
São com essas credenciais que o café Ziferblat está fazendo sucesso na capital inglesa: oferecendo comidas e bebidas grátis, mas cobrando pelo tempo que você passa no lugar.
O café está no charmoso bairro de Shoreditch
Reprodução/facebook.com/ZiferblatLondon
A ideia deu tão certo que o proprietário abriu mais nove lojas na Rússia, até levar o café para o outro lado do continente: Londres.
Em entrevista ao Business Insider, Meetin afirma que o Ziferblat lembra uma casa na árvore, um símbolo do imaginário infantil, em que meninos e meninas se juntam para construir um pequeno universo para eles próprios.
— É um desejo de ser você mesmo e ser amado incondicionalmente.
Na verdade, como explica Meetin, o Ziferblat é muito mais do que um lugar para ir tomar um café.
“Ziferblat é um lugar onde você pode se sentir em casa. Aqui você está livre para ser você mesmo. Você pode trabalhar, produzir uma obra de arte, ler um livro, tocar piano, aproximar-se de boas pessoas, participar de eventos, beber o quanto de chá e café você conseguir — fazer tudo o que você gosta, ao mesmo tempo em que respeita o espaço e as pessoas que o usam”, informa o site do “anticafé”. “Pagando pelo tempo, você estará fazendo uma doação para o desenvolvimento dessa experiência social”.
Para proprietário, café não é um "modelo de negócios"
—Se o Ziferblat der certo em Londres, então significa que nós poderemos leva-lo para qualquer outro lugar, porque será mais barato [do que Londres].
Mas Meetin alerta: trata-se de um projeto social, não de um modelo de negócios. Mas o estabelecimento pode ser rentável, no caso de manter uma vasta clientela, e dependendo de doações.
Se tudo der certo, Meetin afirma que já mirou o próximo alvo de sua empreitada: Nova York.
http://noticias.r7.com
terça-feira, 14 de janeiro de 2014
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