sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

A Fox censurou o comercial com Scarlett? O YouTube não

A marca de refrigerantes caseiros SodaStream fez planos grandiosos para a sua estreia no Super Bowl deste ano. Contratou como embaixadora a atriz Scarlett Johansson e, para garantir que faria barulho, nomeou sua campanha de "Me Desculpe, Coca-Cola e Pepsi".

O desejo por polêmica não demorou a ser realizado: a Fox, que detém os direitos de exibição do evento em 2014, vetou o anúncio por causa da citação às concorrentes no comercial. Os dois fabricantes são grandes patrocinadores da rede de TV.
Comercial da SodaStream com Scarlett Johansson

Nada que faça a SodaStream se preocupar muito. Uma versão do vídeo sem a frase controversa foi criada para exibição ao vivo no próximo domingo, enquanto a edição sem censura continua no ar no YouTube e já tem mais de cinco milhões de visualizações.

É um novo cenário para o Super Bowl, que fica cada vez mais independe dos segundos comprados a preço de ouro (4 milhões de dólares por 30 segundos, cerca de 10 milhões de reais, por estimativa da Fox Sports). O lado publicitário do evento cresce na internet, apoiado em teasers e ramificações online das campanhas bem antes da final esportiva.

Se antes os anúncios eram planejados para ter impacto e tornarem-se inesquecíveis, hoje contam com a ajuda do YouTube para ganhar visibilidade. No vídeo, Scarlett chega a desejar, com todas as letras: “Se apenas essa mensagem viralizasse...".

A SodaStream só não imaginava que o seu comercial fosse transformado numa controvérsia internacional. A atriz Scarlett Johansson anunciou nesta quinta-feira que deixou o posto de embaixadora da organização beneficente Oxfam, após o grupo ter discordado do apoio dado por ela à empresa israelense, que opera na Cisjordânia.

exame.com

Cidades sofrem com verão mais quente das últimas décadas

Calor Algumas das cidades mais povoadas do Brasil, como Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre, registraram o mês de janeiro mais quente das últimas décadas e em alguns casos, as temperaturas mais elevadas para o mês desde que começou a medição de dados, informaram fontes oficiais.

A cidade de Porto Alegre registrou no mês de janeiro uma temperatura média de 33 graus, o que representa a mais alta desde 1916, ano em que começaram as medições do Instituto Nacional de Meteorologia do Brasil (Inmet).

Esta temperatura é quatro décimos superior à registrada em janeiro de 1953, que até agora era a segunda mais alta registrada.

A causa desta elevada temperatura é um sistema de altas pressões proveniente do oceano Atlântico que gera um forte vento quente que vai desde o norte do Brasil rumo ao sul, segundo os meteorologistas.

Por sua vez, a Zona Oeste do Rio de Janeiro enfrenta o verão mais quente dos últimos 30 anos, com uma temperatura média no mês de janeiro de 36,5 graus, o que representa quatro graus acima das previsões.

No conjunto da cidade, a temperatura média registrada em janeiro é de 33,9 graus, ligeiramente superior aos 33,1 que esperavam os especialistas.

No entanto, esta temperatura, a mais alta no sudeste do país, ainda está abaixo das registradas em 2006, 2010 e 2011, os verões mais calorosos dos últimos anos no Rio de Janeiro.

No caso de São Paulo, a temperatura média dos últimos 30 dias ficou situada em 31,8 graus, o que iguala o registro de fevereiro de 1984, o mais alto dos observados até agora para este mês na maior cidade brasileira pelo Inmet.

exame.com

Aplicativo que checa carro roubado é um dos mais baixados

O Checkplaca, aplicativo para celular e computador lançado pelo Ministério da Justiça, já alcançou mais de 400 mil downloads, tornando-se o mais baixado na loja da Apple no Brasil e o 14º lugar no mundo, conforme resultados de ontem (30).

Com o Checkplaca, o cidadão pode verificar se qualquer veículo é furtado ou roubado.
O Checkplaca, aplicativo para celular permite identificar carros roubados Basta digitar a placa para o aplicativo informar o modelo, as características e situação do carro na base de dados do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) e do Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública do Ministério da Justiça (Sinesp).

Quando o aplicativo detecta algo irregular, o sistema avisa e dá a opção de o usuário ligar, sem ter que se identificar, para a polícia, que manda uma equipe ao local para verificar a situação.

O aplicativo também é utilizado pelas forças policiais. Gratuito, o programa está disponível para dispositivos como os sistemas operacionais IOS (Apple) e Android.

O Ministério da Justiça informou ainda que 50 veículos foram recuperados graças ao aplicativo, com média de um por dia.

Mais de 5 milhões de consultas já foram feitas, com média de 150 mil diariamente.

Em 2012, foram furtados 248.755 e roubados 203.844 veículos. Segundo o ministério, os números de 2013 ainda não estão fechados.

exame.com

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Por que o Google vendeu a Motorola por um quarto do preço

Quando o Google anunciou a compra da unidade de celulares da Motorola por 11,5 bilhões de dólares, em 2011, o mercado de tecnologia entrou em uma nova era de expectativas: estaria o gigante de buscas caminhando para ser uma nova concorrente da Apple?
Hoje, um dia depois do anúncio da venda da empresa para a chinesa Lenovo, já se crê que não, o Google continuará a focar no que entende e faz de melhor: serviços em software.
Celular Motorola Defy  com o logotipo do Google na tela A venda por 2,91 bilhões de reais, menos de um quarto do valor investido, deixa claro que o Google fracassou na tentativa de entrar no segmento de hardware de olho na concorrência com as maiores do setor, Apple, Microsoft e Samsung.

Isso porque, com a compra da Motorola, o Google levou para casa uma série de patentes de telefonia e comunicações que eram da empresa adquirida. E um poderio de contatos com operadoras na América Latina e Estados Unidos capazes de fazer com que o gigante de buscas conquistasse o “mundo” também na área de aparelhos de telefonia Android.
Por outro lado, o Google também teve de adquirir a dificuldade de lidar com a fabricação e criação de produtos, uma habilidade muito mais custosa e demorada que a de criação e venda de software. Fazer hardware envolve fornecedores, suporte técnico, garantias, logística... todo um aparato bem distante do mundo de serviços que o Google lidera.
Já para a Lenovo, a compra da Motorola abre uma porta de expansão mundial e possível liderança em smartphones, um setor que a companhia domina há anos. Comprar uma empresa forte em um setor e dominar o segmento em que ela atua não é novidade para a Lenovo. A companhia é hoje líder em vendas de computadores e notebooks no mundo, passo impulsionado pela compra da divisão de PCs da IBM, em 2005.
Por aqui, a Lenovo manterá as marcas Lenovo e Motorola juntas e a marca CCE deve seguir como a de produtos de baixo custo, de acordo com Yang Yuanqing, executivo-chefe da Lenovo. Resta saber quanto essa mudança, a longo prazo, deve alterar os planos da companhia para o Brasil.

http://exame.abril.com.br

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

4 passos para montar um plano de marketing digital

Facebook4 passos para montar um plano de marketing digital
Respondido por Eric Santos, especialista em marketing digital
A ausência de um bom plano de marketing digital pode comprometer os resultados de forma significativa. Não só o crescimento pode ficar limitado pelas indefinições, como a falta de previsão de recursos e projetos no planejamento da empresa pode engessar a realização de uma série de ações importantes.

1. Realizar um diagnóstico da situação atual
O primeiro passo é entender o que foi alcançado no ano corrente e quais são os pontos mais críticos da atuação da empresa no momento.

Olhar para o desempenho do funil de vendas ( Visitantes > Leads > Oportunidades >Clientes) já permite ter uma visão geral de quais etapas estão tendo pior performance e merecem uma atenção especial. É importante olhar tanto para o volume quanto para as taxas de conversão para identificar algum alerta.

Uma prática bastante recomendada é usar esses números em comparação com benchmarks da sua indústria. Dessa forma, fica mais fácil entender o status da empresa e o potencial de melhoria.

2. Determinar os principais objetivos para o ano
Com o diagnóstico feito e identificados os maiores problemas da empresa, o passo seguinte é estipular as principais prioridades para o ano.

Elas podem estar relacionadas à implementação de uma presença consistente de forma geral ou a itens mais específicos, como tornar mais leads em oportunidades ou converter mais visitantes em leads.

É interessante estipular também indicadores de desempenho, capazes de mostrar de forma objetiva e mensurável o quanto os objetivos estão sendo alcançados.

3. Estipular projetos para atingir os objetivos
Com a definição dos objetivos, devemos identificar as formas de alcançá-los, escolhendo os principais projetos do ano é o passo seguinte.
Veja se é preciso redefinir o público-alvo e a linha editorial da empresa, fazer uma reformulação do site, desenvolver uma nova estratégia de e-mail marketing, implementar um conjunto de otimizações para ferramenta de busca, entre outros.
É importante que cada um desses projetos tenham uma expectativa de orçamento, bem como o tempo e outros recursos necessários para sua implementação. Também recomenda-se determinar quais os resultados esperados do projeto, para avaliar o quanto eles devem contribuir para os objetivos escolhidos.

4. Juntar todas as pontas e montar um cronograma
O passo final é organizar todos os projetos em um cronograma, com a expectativa de tempo de implementação de cada um deles. Dessa forma conseguimos ver a distribuição de projetos e orçamento ao longo de todo ano e fazer alguns ajustes para tornar tudo viável.

Eric Santos é especialista em marketing digital e CEO da Resultados Digitais.
exame.com

Brasil está entre 10 países com mais analfabetos no mundo

Os mais de 13 milhões de analfabetos brasileiros colocam o país na oitava posição entre as nações com o maior número de analfabetos adultos do mundo. O dado é do 11° Relatório de Monitoramento Global de Educação para Todos, divulgado pela Unesco nesta quarta-feira (veja na íntegra ao final).
O Brasil, junto com outros 9 países, é responsável por quase três quartos do número de adultos analfabetos do globo.
Os demais são Índia, China, Paquistão, Bangladesh, Nigéria, Etiópia, Egito, Indonésia e Congo. Hoje, existem 774 milhões de analfabetos no mundo, apenas 1% a menos que em 2000.
Crianças em escola da rede estadual de São Paulo Para 2015, quando 164 países deveriam atingir as metas de melhoria de educação propostas pela Unesco em 2000, a projeção é de que o número caia para 743 milhões.
No Brasil, a expectativa é de que no próximo ano, o número de analfabetos diminua dos atuais 13,2 milhões - registrados pelo PNAD 2012 - para 12,9 milhões, o que seria um avanço, depois da estagnação detectada pelo IBGE no ano passado.
O compromisso da Unesco totaliza seis metas que integram o Acordo de Dacar, assinado em 2000.
Por ele, até 2015, os países devem expandir cuidados na primeira infância e educação, universalizar o ensino primário, promover as competências de aprendizagem e de vida para jovens e adultos, reduzir o analfabetismo em 50%, alcançar a paridade e igualdade de gênero e melhorar a qualidade da educação.
De acordo com a Unesco, a meta de redução do analfabetismo é a que ficou mais distante: estima-se que apenas 29% dos países atinjam a universalização da alfabetização de adultos.
O Brasil é um dos países que não deve atingir a meta. De acordo com dados do PNAD de 2012, a taxa de analfabetismo brasileria é de 8,7%, muito distante da meta estabelecida pela Unesco, que previa que o país chegasse aos 6,7% de analfabetos até 2015.
Elogios
Apesar do alto número de analfabetos, o documento faz alguns elogios ao sistema educacional brasileiro. Uma das experiências elogiadas é a de recompensar as escolas com bônus coletivos como forma de incentivar os professores e conseguir melhores resultados de aprendizagem.
Outro ponto destacado, é o gasto do país comparado às demais nações emergentes.
"No Brasil, receitas fiscais mais elevadas ajudam a explicar como o país investe dez vezes mais do que a Índia, por criança, na educação primária", diz o texto.

http://exame.abril.com.br

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Como saber se você está pronto para empreender

Escrito por Millor Machado, sócio-fundador da rede social Empreendemia

Um dos pontos mais debatidos quando conversamos sobre empreendedorismo é: como o empreendedor faz para avaliar se ele está pronto para empreender?
Uns dizem que apenas uma boa ideia na cabeça e muita força de vontade são suficientes. Outros defendem que é necessário já ter uma grande quantidade de capital, anos de experiência no mercado e um plano de negócios extremamente detalhado.
Pessoa de dedo levantado para fazer uma pergunta Eu particularmente acho que só uma ideia não é o suficiente, mas também não vejo um planejamento gigantesco como o principal fator para fazer o empreendimento dar certo. Na minha experiência, um empreendedor está pronto para sair do lugar quando ele possui, além da ideia, uma combinação de 3 fatores: capital para bancar a sobrevivência, capacidade produtiva para entregar o produto/serviço e o conhecimento dos canais de aquisição de clientes.
Pelo lado do capital, gosto de usar uma técnica chamada relógio da morte. Basicamente, o relógio da morte consiste em registrar o dinheiro disponível, os custos fixos e então calcular quanto tempo o dinheiro disponível consegue segurar esses custos. Ou seja, caso não haja nenhuma venda, por quanto tempo a empresa sobrevive com o capital atual?
Apesar do nome desesperador, essa técnica mostra de forma muito clara a quantidade de capital que você precisará até que a empresa consiga andar com as próprias pernas.
Além do capital, o empreendedor precisa ter muito claro como fará para entregar seu produto/serviço. Por mais óbvio que pareça, é necessário um padeiro para viabilizar o projeto de uma padaria.
Por último e mais importante, um ponto extremamente essencial para avaliar a viabilidade de um projeto é uma noção, mesmo que geral, de como você fará para atrair novos clientes e se relacionar com eles.
De nada adianta ter a ideia mais genial do mundo se não houver um plano extremamente coerente de quem é o público-alvo e quais serão as maneiras usadas para alcançá-lo. Não necessariamente o empreendedor sozinho precisa ter esses 3 pontos. É para isso que servem os sócios.

http://exame.abril.com.br