quarta-feira, 26 de novembro de 2014

10 atitudes que pessoas de sucesso tomam antes do café da manhã

Autora norte-americana Laura Vanderkam pesquisou rotina de grandes executivos para fazer um pequeno guia de atitudes matinais

Você que persegue o sucesso e não sabe mais o que fazer para alcançá-lo tem uma lista de atitudes que ajudarão neste caminho. Mas elas precisam ser feitas antes de tomar o café da manhã.

Segundo o livro "O que as pessoas de sucesso fazem antes do café da manhã" – na tradução literal do original em inglês da autora Laura Vanderkam (What the Most Successful People Do Before Breakfast: And Two Other Short Guides to Achieving More at Work and at Home) – a estratégia ajuda a levantar da cama com o foco no que é importante para seu desenvolvimento.

A autora cita os estudos do professor de Psicologia da Universidade da Flórida Roy Baumeister cuja a linha de pesquisa indica que a "força de vontade é como um músculo que fica cansado por excesso de uso". De acordo com os estudos de Baumeister's, é de manhã cedo que oferecemos um novo suprimento de força de vontade e as pessoas tendem a ser mais otimista e mais dispostas para enfrentar tarefas desafiadoras.

O livro de Laura apresenta um paralelo entre atitudes que estão na rotina de 20 executivos de sucesso e são tomadas quando estão descansados, após uma noite de sono e antes da primeira refeição do dia.

Veja a lista:

Manhãs produtivas começam com um acordar cedo
Em um levantamento com 20 executivos feitos pela autora do livro, 90 % disseram que acordar antes 6h em dias de semana . A CEO da Pepsico, Indra Nooyi, acorda às 4h, por exemplo.

Faça exercícios antes do expediente
A atividade física feita de manhã é poderosa para a disposição ao longo do dia. A CEO da Xerox, Ursula Burns, faz uma treinamento com personal a partir de 6h.
O treino pré-café da manhã ajuda a reduzir o estresse no final do dia, neutraliza os efeitos da dieta rica em gordura e melhora o sono. Mas lembre-se que antes do exercício é indicado comer algo leve, como iogurte, leite ou suco natural de frutas. Depois, café da manhã reforçado.

Trabalhe em projetos prioritários
As primeiras horas da manhã, as mais sileciosas, são boas para desenvolver projetos com foco e sem interrupções. A dica aqui é colocar um prazo de tempo e desenvolvê-lo gradualmente dia após dia.

Trabalhe em um projeto pessoal
Escolher as primeiras horas para tocar projetos que despertem suas paixões, são estimulantes para o dia todo e para a vida. Fazendo isso na primeira hora acordado é uma forma de ter um encontro marcado para atividades prazerosas.

Use as primeiras horas para se dedicar à família
Geralmente, a hora escolhida para se dedicar à família é perto do jantar. Mas a qualidade desses momentos é superior na parte da manhã, pois o dia pode fugir ao controle e, muitas vezes, a refeição noturna pode até não ocorrer.

Crie rituais matinais com seu parceiro ou parceira
Com a alta da energia ao acordar, a autora pergunta: o que poderia ser melhor do que o sexo antes do amanhecer para energizá-lo para o dia? Ela responde que o sexo pode regular humores e queimar calorias. Caso a estratégia não funcione, o casal pode usar as primeiras horas matinais para conversar sem compromisso, se conectando mais.

Faça networking no café da manhã
Crie momentos com pessoas que você tenha afinidade no trabalho para se encontrar e tomar a primeira refeição do dia juntos, como fazemos no jantar. Além de agradável, os restaurantes que servem essa refeição são menos agitados do que no almoço ou coquetéis barulhentos.

Medite
Pessoas que têm dificuldade de se desconectar das obrigações devem procurar exercícios de meditação ou ioga. Antes de sair de casa, muitas pessoas bem-sucedidas dedicam-se a uma prática espiritual como a meditação ou oração para centrar-se na "corrida" do dia.

Faça uma lista de coisas que te agradam
Expressar gratidão é outra ótima maneira de centrar-se e obter uma perspectiva adequada antes de ir para o escritório. Por isso faça uma lista de favores recebidos e o que te agrada nas pessoas. Depois, comunique essas pessoas sobre sua gratidão.

Veja as notícias do dia
Segundo o livro, pessoas de sucesso se informam ao acordar, checam e-mails e leem notícias. O CEO da GE, Jeff Immelt, começa o dia fazendo ginástica, lendo jornais e vendo telejornais. Isso o ajuda a ter boas ideias ao longo do dia, segundo a autora do livro.

Fonte: economia.ig.com.br

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

7 truques da mente que fazem você gastar demais

As pessoas costumam fazer a escolha certa ao comprar ou investir? Segundo pesquisas feitas pelo psicólogo da Universidade de Harvard Daniel Gilbert, e expostas durante uma conferência, não.
Em seus estudos, o psicólogo verificou que a maioria das pessoas perde dinheiro simplesmente por conta da mania de fazer comparações.
Ele cita como exemplo quem costuma comparar o preço atual de um produto com valores anteriores ou medir se vale a pena investir em determinada aplicação financeira porque alguém está ganhando muito dinheiro.
Para Gilbert, esses hábitos impedem a tomada de decisões financeiras racionais.
Veja em sete passos como enganar a mente e não cair em ciladas que levam a gastos desnecessários.
1) Não querer se sentir “pão duro”
Na hora de dar um presente ou levar uma bebida para uma festa, a maioria das pessoas escolhem uma garrafa de vinho de 15 reais, 30 reais ou 50 reais?
A opção mais recorrente é pelo preço intermediário porque ninguém quer gastar muito, mas também não quer parecer “pão duro”, constatou Gilbert.
O problema é quando a compra é feita em uma loja na qual o dono aumenta o preço do item mais caro para parecer que o preço intermediário é “razoável”.
Resultado: parece um bom negócio, mas na verdade dá prejuízo para quem compra.
2) Buscar promoções de forma cega
A maioria das pessoas valorizam promoções. Se o preço pago hoje for menor do que o de ontem, já justifica a compra, diz Gilbert.
Isso porque é mais aceitável preferir o preço que ficou mais baixo, ainda que seja maior do que o preço que não mudou ou até aumentou, do que o contrário.
Além de levar a perder dinheiro, esse hábito também leva a perder bons negócios.
Gilbert cita como exemplo um pacote de viagens para o Havaí que custava 2 mil dólares e agora está em promoção por 700 dólares.
Se depois de uma semana os entrevistados resolvem adquirir o pacote turístico, e verificam que o preço subiu para 1,5 mil dólares, a maioria desiste da compra, ainda que o pacote esteja mais barato do que os 2 mil dólares iniciais.
3) Se levar pelo impulso do momento
Os preços exorbitantes de produtos e refeições em aeroportos são sempre motivo de reclamações. Mas muita gente continua comprando.
Gilbert aponta que é necessário analisar o contexto da compra para controlar os gastos.
Quem vai fazer uma longa viagem, por exemplo, e se depara com um lanche que custa o dobro do preço, costuma pensar que não poderá fazer nada com o dinheiro que tem durante horas dentro da aeronave, e nem ter prazer semelhante durante todo esse tempo.
Esse pensamento faz a compra parecer um bom negócio, mesmo que o viajante saiba que o produto é mais caro.
4) Olhar quem ganha dinheiro, e não quem perde
Todo mundo quer ganhar o prêmio da Mega-sena, mas ninguém verifica as enormes possibilidades de perdas.
Segundo Gilbert, isso acontece porque é comum ver notícias sobre ganhadores na loteria, mas não sobre perdedores.
Se todos os milhões de perdedores aparecessem na TV, possivelmente muitos apostadores mudariam de ideia, conclui o psicólogo.
O exemplo também vale para investimentos arriscados e até fraudes, como pirâmides financeiras, onde o ganho de quem já aplicou dinheiro dificilmente irá se repetir para quem aplica dinheiro no futuro por conta do risco e estrutura do esquema.
5) Não comparar gastos com coisas diferentes
A maioria das pessoas que têm um tíquete de cinema e 20 reais na carteira, e descobrem que perderam o tíquete ao chegar no local, não compram outro tíquete, de acordo com as pesquisas de Gilbert.
Mas caso tenham 40 reais em dinheiro, e, ao chegar no cinema, percebam que perderam a nota de 20 reais, a maioria opta por gastar o que sobrou no tíquete, mesmo que continuem pagando o dobro do valor previsto.
O psicólogo conclui que há uma recusa maior em pagar duas vezes pela mesma coisa, pois fica mais fácil verificar que se comete excessos.
Porém, a maioria não percebe se gastaram demais apenas pelo fato de que o dinheiro foi utilizado para coisas diferentes.
6) Economizar no que gasta e não aumentar o valor do que ganha
Um vizinho vende um som para carro por 200 dólares, mas se os entrevistados por Gilbert cruzarem a cidade sabem que vão achar o mesmo produto por 100 dólares e economizar 50% do valor
A maioria não pensaria duas vezes, pois não poderiam imaginar pagar o dobro do preço pelo mesmo produto.
Mas caso os preços fossem 31,9 mil dólares e 31 mil dólares, respectivamente,  e a economia de 100 reais representasse uma diferença de 0,003%, a maioria apontou que não perderia tempo para fazer a compra do outro lado da cidade.
Isso porque o cálculo de valores maiores ou diferenças pequenas em termos porcentuais é mais complexo.
Isso explica por que investidores podem não ligar se o fundo de investimento está rendendo 1% ou 1,5%, mas ao mesmo tempo colecionar cupons de dinheiro para economizar alguns dólares na compra de produtos baratos, diz Gilbert.
A constatação do psicólogo é de que é mais fácil economizar nos gastos do que buscar ampliar ganhos.
Mulher carrega compras: psicólogo de Harvard constata que somos facilmente manipulados quando o assunto é dinheiro
7) Não ter noção dos ganhos no futuro
Gilbert constatou entre seus entrevistados a dificuldade em comparar compras em momentos diferentes por conta da falta de paciência.
Ele dá um exemplo: se alguém pode ter 50 reais ou 60 reais agora, vai escolher, logicamente, o maior valor. Mas se pode ter 50 dólares agora ou 60 dólares no próximo mês, a maioria opta por receber 50 dólares agora.
Quanto mais distante está o ganho, a tendência é que pareça semelhante ao gasto de hoje, segundo o psicólogo.
Quem investe e não verifica retornos rápidos, por exemplo, pode interromper a aplicação e achar melhor gastar os recursos, pois é mais difícil projetar o resultado futuro.

Fonte: www.msn.com

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Analisando os votos


As dicas você precisa sobre franquias em 5 minutos

Cada vez mais empreendedores procuram o mercado de franquias para ter o próprio negócio. O modelo já testado, os treinamentos e o risco um pouco menor atraem quem tem capital para investir neste tipo de negócio. Antes de entrar em uma rede, no entanto, é preciso entender a dinâmica do mercado, que fatura mais de 100 bilhões de reais ao ano.
O consultor e especialista em franquias André Friedheim, da Francap, gravou uma série de vídeos para o programa Dicas para Empreendedores, de EXAME.com, tirando dúvidas sobre o mercado de franquias. Confira os vídeos mais vistos neste mês e entenda mais sobre franquias em menos de 5 minutos.

1. O erro que você deve evitar na hora de escolher uma franquia
Na hora de escolher uma franquia, é importante não se deixar levar apenas pela afinidade com a marca. Estudar bem o negócio, conhecer outros franqueados e avaliar se você está pronto para lidar com a marca do lado do dono e não do consumidor são algumas dicas para evitar problemas no futuro.

2. A pergunta essencial antes de investir em franquias
Conversar com franqueados que ainda estão na rede ou já saíram é parte essencial do processo de escolha de uma franquia. As redes são, inclusive, obrigadas a fornecer uma relação com os atuais franqueados e os que se desligaram do negócio nos últimos doze meses, com contatos para que o empreendedor possa tirar dúvidas. A pergunta essencial é: você investiria neste negócio novamente?

3. O que está incluso no investimento inicial?
Quem começa a conhecer o mercado de franquias logo se depara com informações como o investimento inicial. Hoje, existem franquias de 10 mil a milhões de reais. O mercado brasileiro oferece opções de franquias para todos os bolsos. Mas, você sabe o que está incluso no chamado investimento inicial? Muitas vezes, o empreendedor precisa ter até duas vezes o valor divulgado para fazer o negócio girar.

4. Como funciona o fundo de marketing nas franquias?
Depois de pagar um investimento inicial, o franqueado tem outras obrigações com a rede. A maioria das marcas cobra taxas como royalties e publicidade mensais, que podem ser baseadas em um percentual do faturamento. Um dos pontos importantes é o fundo de marketing, que deve ser usado para divulgar a marca.

5. Não quero continuar com a franquia. O que fazer?
Geralmente, os contratos de franquia têm duração de cinco anos e podem ser renovados por mais cinco perto do vencimento. Mas e se o empresário não quiser continuar na rede? Nestes casos, ele precisa saber como agir para resolver o caso.

exame.com

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

Época de eleição

Nesta época o político vira santo, não mente, promete e assim vai.
É claro que sempre vamos ter que analisar quem será a pessoa com melhor preparo para ser o gestor.
As promessas se serão cumpridas não sei, pois não cabe apenas para uma pessoa, cada ação, precisa de aprovação e se não tiver aliados, pessoas que queiram seguir o mesmo caminho, a promessa ficará apenas no papel.
A corrupção, sinto muito, esta será difícil de acabar.
Muitos entram na política, não pensando no bem da nação, em fazer algo pelo país e sim, apenas para encher seus bolsos.
Os salários em si, não são altos, mas tem os benefícios, as regalias, premiações, verbas extras e os desvios então, nem se fala.
Será que haveria tantos políticos se o salário deles fosse apenas o piso básico?
Onde para receber um aumento salarial, teria que se esforçar para conquistar?
Sem possibilidades de conseguir qualquer valor extra?
Se tivessem que cumprir uma jornada de 44horas semanais?
Se tivessem metas para cumprir?
Se fossem avaliados periodicamente?
Se todas as viagens, que dizem ser a trabalho, fosse obrigados a apresentar relatórios, com um valor máximo disponível para gastos?
Sinceramente, não sei se teriam tantos candidatos assim.
Talvez até teriam vagas disponíveis pela falta de pessoas que queiram trabalhar de verdade.
Mas são perguntas que eu não terei respostas.
E nesta época de eleição, o que precisamos é ter esperança, que as coisas possam melhorar.
Vamos a luta!

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

No Brasil, empresas evitam contratar pessoas muito bonitas

No Brasil, as empresas evitam contratar pessoas muito bonitas. É o que aponta um levantamento divulgado pela companhia de recrutamento Elancers.
Entrevista: só 2% dos entrevistados disseram escolher candidatos muito belos
Para a pesquisa, foram ouvidos 2.075 recrutadores de corporações de grande porte. Entre os entrevistados, a maioria (46%) disse que tende a escolher candidatos (homens ou mulheres) de "aparência mediana".
Outros 40% disseram preferir profissionais de "boa aparência" e 11% optam pelos que têm "aparência bastante comum". Só 2% deles revelaram selecionar pessoas muito belas para cargos em suas organizações.
Entretanto, de acordo com o material, o mercado de trabalho brasileiro também não parece promissor para os candidatos feios (que só são os preferidos de 1% dos respondentes).

http://www.msn.com

terça-feira, 30 de setembro de 2014

Seis em cada dez consumidores já se arrependeram por compras que não precisavam

A maioria dos consumidores (64,2%) já se arrependeram por ter comprado coisas que não precisavam, segundo uma pesquisa encomendada pelo portal Meu Bolso Feliz e pelo SPC Brasil  (Serviço de Proteção ao Crédito).

Seis em cada dez consumidores já se arrependeram por compras que não precisavamNa avaliação dos especialistas da instituição, o fato de as pessoas comprarem itens e se arrependerem depois revela que aquela compra provavelmente foi motivada por impulsos psicológicos de comprar imediatamente. Ou seja, compras que não foram planejadas e calculadas dentro do orçamento pessoal.

De acordo com o educador financeiro do portal Portal Meu Bolso Feliz, José Vignoli, o ato de comprar pode provocar uma sensação de bem estar que induz os consumidores a agir por impulso em busca desse tipo de recompensa e prazer imediato. “Além disso, o bombardeio publicitário e as facilidades do parcelamento dão a impressão de que essas compras não vão abalar o próprio orçamento".

Seguindo o impulso

A pesquisa ainda revela que o brasileiro declara ser um comprador impulsivo, mas apenas quando está podendo, ou seja, quando está com dinheiro no bolso. Dos entrevistados, 55,7% negam que fazem compras por impulso quando querem comprar muito alguma coisa, mas se estão podendo a situação é diferente: 60,1% afirmam que só fazem compras impulsivas, "quando o orçamento permite".

De modo geral, 14,7% dos consumidores gastam mais do que o planejado para exibir estilo ou para mostrar a própria personalidade. Além disso, 22,9% parcelam as compras para poder comprar ainda mais.

Fonte: msn.com.br